segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Nasa diz que presença de metano prova que Marte é planeta vivo

Washington, 15 jan (EFE).- Cientistas americanos disseram hoje que a existência de metano na atmosfera de Marte é uma prova de que esse planeta se mantém ativo, biológica e geologicamente. A existência do gás, que constitui uma chave da vida como se conhece na Terra, foi divulgada hoje por um relatório publicado pela revista "Science", em um número dedicado ao ano mundial da astronomia. Telescópios da Nasa no Havaí detectaram pelo menos três camadas de metano sobre a superfície do planeta. "A atmosfera de Marte destrói rapidamente o metano de diversas formas. Portanto, nossa descoberta de metano no hemisfério norte em 2003 indica que existe um processo de emissão do gás", disse Michael Mumma, do Centro de Voos Espaciais da Nasa, em Maryland. "Em meados do verão no hemisfério norte, o metano é liberado a um ritmo comparável ao de sua filtragem em uma jazida da Califórnia", diz Mumma, um dos autores do relatório publicado pela "Science". O metano, cuja molécula consiste em um átomo de carbono unido a quatro de hidrogênio (CH4), é o principal componente do gás natural na Terra. Também intervém em outros processos geológicos como o da oxidação do ferro. Por outra parte, muitos organismos vivos no planeta emitem o gás durante o processo de digestão de nutrientes. "No momento, não temos informação suficiente para assegurar que o metano em Marte é produto de processos biológicos ou geológicos", assinalou o cientista. Os cientistas estimam que se existe algum processo biológico este estaria ocorrendo sob a superfície de Marte, onde a água não está congelada e poderiam ser encontradas mostras de carbono. "Na Terra os microorganismos se multiplicam a entre 2 mil e 3.500 metros de profundidade, onde a radiatividade separa as moléculas de água", indicou. Mumma afirmou que esses microorganismos se abastecem de energia a partir do hidrogênio, um processo que seria utilizado por organismos similares para sobreviver bilhões de anos sob a superfície congelada de Marte. Os gases, como o metano, seriam libertados através das fissuras que conectam as profundezas do terreno com a atmosfera marciana, especialmente durante a primavera, diz o cientista. EFE
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
PARA DESCONTRAIR! (essa piade é local, mas pode ser aplicanda em outros estados é só mudar o time (rsrsrs))

Uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres.
Mariazinha levanta o dedo:
- Senhora, meu pai tem tudo: televisão, telescópio, DVD...
- Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha?
Mariazinha reflete e diz:
- Bem, não...
A professora arremata:
- Está vendo, é como eu disse, não podemos ter tudo...
- Professora, disse Artur, meu pai tem tudo: ele tem TV, telescópio, DVD, lancha...
- Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular?
Depois de refletir, Artur responde:
- Bem, não...
- Está vendo que não se pode ter tudo na vida - disse a professora.
- Meu pai, senhora, agora tem tudo professora!
- Ah é Joãozinho... por quê? perguntou a professora.
- Pois no sábado passado, quando minha irmã apresentou seu namorado e disse que ele era jogador do Sport, papai disse:
- PUTA QUE PARIU! Era só o que me faltava!!!
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Porque Diferenças Potenciais 110 e 220?

Resistência nada mais é do que a perda de energia enquanto os elétrons trafegam pelo fio. Quanto maior a voltagem, menor a resitência. Por isso que a energia elétrica é conduzida a longas distância por fios de alta tensão (6000 volts usualmente).
Quando chega na nossa rua naqueles três fios mais altos dos postes, a energia está em 6000 ou 3000 volts e precisa passar por um transformador para ser convertido a 110 ou 220. Repare que os fios mais altos entram nos transformadores e saem para a fiação mais baixa do poste.
Eles vêm em alta tensão para diminuir a resistência e são convertidos para baixa tensão perto de nossa casa.
Pois é, aí vem a resposta para sua pergunta: em alguns locais, onde inicialmente a densidade habitacional é menor, como cidades do interior e zonas rurais, as distâncias entre o transformador e as casas podem ser muito grandes.
Desta forma, a eletricidade tem que viajar um longo trajeto em baixa voltagem. Se este trajeto for percorrido a 220v, a resistência será menor, logo também a perda de energia, do que se ele trafegar a 110v.
Usualmente, cidades do interior possuem corrente em 220v pois a densidade habitacional é mais baixa e um mesmo transformador precisa servir casas muito distantes umas das outras.
Fonte: Yahoo Respostas
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Brasil "um" país de todos!!

Boa, muito boa!!!!! Um garoto chegou em casa e disse pro pai: A professora mandou fazer uma frase sobre economia e eu não sei nada; -Não se preocupe meu filho, vou te explicar de uma forma bem simples, olhe: -Eu, que trago o dinheiro p/ dentro de casa, sou o capitalismo; -Sua mãe, que administra tudo, é o governo ; -Nossa empregada, que faz o trabalho pesado, é a classe operária ; -Seu irmãozinho, o bebê, é o futuro da nação ; -Você é o povo. Então, o garoto inteligentemente foi dormir pensando em tudo aquilo. Quando era mais ou menos, três da madrugada, o irmãozinho começou a chorar.O garoto então acordou e viu que o bebê estava todo sujo de cocô. O menino foi ao quarto dos pais e lá estava a mãe dormindo. Apesar de chamá-la com insistência, a mãe não acordava, pois dormia profundamente. Então foi ele procurar o pai pela casa e viu que ele estava no quarto da empregada, 'afogando o ganso'... No outro dia tirou nota máxima em seu trabalho com esta frase: 'O FUTURO DA NAÇÃO ESTÁ NA MERDA, PORQUE ENQUANTO O CAPITALISMO F... COM A CLASSE OPERÁRIA, O GOVERNO DORME, IGNORANDO OS APELOS INSISTENTES DO POVO'.
terça-feira, fevereiro 10, 2009
Origem dos Sinais Matemáticos

Adição ( + ) e subtração ( - )
O emprego regular do sinal + ( mais ) aparece na Aritmética Comercial de João Widman d’Eger publicada em Leipzig em 1489. Entretanto, representavam não à adição ou à subtração ou aos números positivos ou negativos, mas aos excessos e aos déficit em problemas de negócio. Os símbolos positivos e negativos vieram somente ter uso geral na Inglaterra depois que foram usados por Robert Recorde em 1557.Os símbolos positivos e negativos foram usados antes de aparecerem na escrita. Por exemplo: foram pintados em tambores para indicar se os tambores estavam cheios ou não.
Os antigos matemáticos gregos, como se observa na obra de Diofanto, limitavam-se a indicar a adição juntapondo as parcelas - sistema que ainda hoje adotamos quando queremos indicar a soma de um número inteiro com uma fração. Como sinal de operação mais usavam os algebristas italianos a letra P, inicial da palavra latina plus.
Multiplicação ( . ) e divisão ( : )
O sinal de X, como que indicamos a multiplicação, é relativamente moderno. O matemático inglês Guilherme Oughtred empregou-o pela primeira vez, no livro Clavis Matematicae publicado em 1631. Ainda nesse mesmo ano, Harriot, para indicar também o produto a efetuar, colocava um ponto entre os fatores. Em 1637, Descartes já se limitava a escrever os fatores justapostos, indicando, desse modo abreviado, um produto qualquer. Na obra de Leibniz escontra-se o sinal para indicar multiplicação: esse mesmo símbolo colocado de modo inverso indicava a divisão.
O ponto foi introduzido como um símbolo para a multiplicação por G. W. Leibniz. Julho em 29, 1698, escreveu em uma carta a John Bernoulli: “eu não gosto de X como um símbolo para a multiplicação, porque é confundida facilmente com x; freqüentemente eu relaciono o produto entre duas quantidades por um ponto . Daí, ao designar a relação uso não um ponto mas dois pontos, que eu uso também para a divisão.”
As formas a/b e , indicando a divisão de a por b, são atribuídas aos árabes: Oughtred, e, 1631, colocava um ponto entre o dividendo o divisor. A razão entre duas quantidades é indicada pelo sinal :, que apareceu em 1657 numa obra de Oughtred. O sinal ÷, segundo Rouse Ball, resultou de uma combinação de dois sinais existentes - e :
Sinais de relação ( =, <> )
Robert Recorde, matemático inglês, terá sempre o seu nome apontado na história da Matemática por ter sido o primeiro a empregar o sinal = ( igual ) para indicar igualdade. No seu primeiro livro, publicado em 1540, Record colocava o símbolo entre duas expressões iguais; o sinal = ; constituído por dois pequenos traços paralelos, só apareceu em 1557. Comentam alguns autores que nos manuscritos da Idade Média o sinal = aparece como uma abreviatura da palavra est.
Guilherme Xulander, matemático alemão, indicava a igualdade , em fins do século XVI, por dois pequenos traços paralelos verticais; até então a palavra aequalis aparecia, por extenso, ligando os dois membros da igualdade.
Os sinais > ( maior que ) e < ( menor que ) são devidos a Thomaz Harriot, que muito contribuiu com seus trabalhos para o desenvolvimento da análise algébrica.
sábado, fevereiro 07, 2009
Teste do telefone

Este é um daqueles testes onde se realiza um monte de operações matemáticas e espantosamente o resultado acaba sendo o esperado (ou não), rsrsr. Enfim, faça e teste e tire suas conclusões:
- Digite os 4 primeiros algarismos de seu telefone
- multiplique por 80
- some 1
- multiplique por 250
- some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone
- some com os 4 últimos algarismos do mesmo telefone de novo
- diminua 250
- divida por 2
Quanto deu? Surpriendente né?
Alguem decifrou isso? Deixem seus comentários.
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia

Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar-se palavras grandes ou complicadas. Se caracteriza pela aversão ou nervosismo em momentos nos quais o indivíduo deve empregar palavras longas ou de uso pouco comum (discussões técnicas, médicas, científicas etc), assim como evitar ou não mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. Esta fobia pode ser causada pelo medo de pronunciar incorretamente a palavra, já que isto representa uma possibilidade de que a pessoa fique em desvantagem, seja visto como alguém de cultura inferior ou pouco inteligente, perante seus iguais. Muitas vezes, esta fobia vem acompanhada de timidez social e medo de ser ridicularizado. A própria palavra hipopotomonstrosesquipedaliofobia representa certa ironia, visto que, além de ser longa e estranha, indica uma fobia à palavras semelhantes. Justamente por isso, para evitar problemas, as abreviaturas equipedalofobia e sesquipedaliofobia também têm sido utilizadas. Etimologia Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é constituída dos seguintes elementos: * Hipopoto vem do grego hippopoto, que significa grande. * Monstro é a palavra latina para monstruoso. * Sesquipedali é uma forma mutilada do latim sesquipedalian que significa “palavra grande” (literalmente, “um pé e meio de largura” em latim). * Fobia significa “medo”. Fonte: Wikipedia.org
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
As Brigas Entre os Casais

Quem não se lembra da primeira briga entre casal de namorados? O desentendimento se torna um crescendo e pronto! Começam os impropérios, as verdades desmascaradas! Surge a raiva ou então, ela é o estopim da discussão. A pessoa amada sai bufando, liga o carro e dá partida cantando os pneus. O que fazer quando o casal briga? No caso, o desentendimento floresce, quando há muito sentimento de raiva contido. Ou então descontentamento com o comportamento do outro. Há também muito orgulho envolvido nesta trama de desentendimento. Como trabalhar a raiva e a crítica na hora da briga? Ninguém gosta de ser criticado. O ser humano tem o desejo de ser sempre apreciado e aceito. Num casal, o comportamento do outro às vezes, pode magoar ou ferir. Uma palavra dita num momento errado pode causar um rompimento. Quando você estiver com muita raiva do parceiro(a), evite uma discussão acalorada. Excesso de ira pode provocar mais raiva. Neste momento, um pode magoar o outro com palavras ásperas ou ofensivas. Isso em nada resolve a causa da discussão. Conversar seria a solução ideal. No entanto, o ser humano é instável nas suas emoções.Às vezes, discutimos numa hora em que o namorado(a) ou companheiro(a) está cansado, nervoso ou preocupado. Aí, ele pode devolver as ofensas com mais ofensas. Neste momento de ânimos acalorados, mantenha a calma. Vá para casa e pense melhor sobre o assunto. Há uma diferença muito grande em dizer: “Estou com raiva de você. “ e falar a mesma frase num tom de voz alto, irado misturado a gestos descontrolados. Violência gera violência. Não reprima sua raiva. Não fique guardando para depois seu desagrado. A insatisfação num casal, se for ignorada, poderá crescer e se manifestar numa briga carregada de mágoa. Algumas pessoas são muito exigentes com a pessoa amada. Brigam por qualquer motivo ou qualquer detalhe. A pessoa amada pode se sentir desmotivada e desvalorizada. “Nada que eu faça, ele(a) repara ou elogia. Só ele(a) é perfeito(a)!”- desabafa a pessoa. Geralmente, são homens ou mulheres que tiveram uma infância com pais muito autoritários ou repressores. Crescem e amadurecem sendo muito duros consigo mesmos. Projetam no outro toda a carga de exigência e baixa auto- estima. Há também um problema chamado de distimia. Constante mau humor pode mascarar um problema psicológico que precisa ser investigado. Uma boa dose de tolerância e compreensão pode evitar brigas desnecessárias. Aceitar o outro é aceitar a si mesmo. Tolerância não é passividade ante o erro do outro. É compreender que a pessoa amada não é o príncipe encantado. É um ser humano cheio de carências, acertos e erros. O perdão transforma a raiva em compreensão madura. Perdoe de verdade. Senão for um perdão sincero, o resultado da briga poderá se transformar em ressentimento. O ressentimento deixa a pessoa com a memória viva ante os erros passados: “Lembra-se daquele dia que você fêz isso e aquilo?” despeja o homem ou a mulher. A raiva não passou. Num relacionamento saudável, a briga entre o casal pode servir como um termômetro. Um desabafo onde os dois vão se conhecendo e aparando as arestas. Nem sempre a mulher ou o homem costumam se abrir quando estão insatisfeitos. Isto gera desconforto. “Engulo tudo calada(o), senão ele(a) termina comigo.” “Não gosto de brigar, prefiro ignorar o que ele(a) fêz.” Este comportamento vai gerar mais insatisfação entre o casal. E esta insatisfação vai se refletir na vida sexual e social dos dois. Muitas brigas por motivos fúteis podem estar mascarando outros problemas na estrutura do relacionamento: dificuldades sexuais, problemas financeiros, falta de amor ou mesmo uma traição. Alguns casais fazem um jogo que pode ser até inconsciente. Depois da briga, o relacionamento íntimo fica mais apimentado. Parece que o relacionamento fica mais quente. Será? No entanto, para um casal que ainda se ama, brigar, às vezes, pode acertar muitos desencontros e dificuldades. Na hora da briga, tente se acalmar. Quando o outro elevar a voz ou gritar, não faça o mesmo. Abaixe o tom da sua voz. Isso desconcertará a pessoa amada. Jogo de forças não leva a resultado positivo. Gritar mais alto do que a pessoa amada gera mais briga. Havia um casal que tinha sempre brigas apimentadas e costumavam se agredir fisicamente. Era sempre assim: tapas e tapas. Com o tempo, o amor acabou e eles se separaram. Não permita a falta de respeito e nem o uso de palavrões durante a briga. Se você permitir uma vez que seja, será sempre assim. No entanto, nem sempre na hora da briga, com os nervos à flor da pele, as emoções estão sob controle. Se você errou, reconheça o erro imediatamente. Pedir desculpas é nobre. Sinceridade sempre na maneira de expor os sentimentos. Deste modo, haverá sempre paz e amor, após a tormenta. www.spiner.com.br Brigas de Mais, Brigas de Menos… Muita gente conhece - ou já se viu nesta situação - casais que não param de brigar. Brigam pela escolha do filme, do restaurante, por causa da bagunça, do carro, da roupa, de tudo. Em outra ponta, há casais que não brigam nunca, parecem viver constantemente em harmonia. Não existe uma “freqüência ideal” ou “normal” para brigar, obviamente, mas não necessariamente a ocorrência de muitas brigas é um mau sinal, assim como a ausência delas pode não apontar para um “felizes para sempre”. “Tem casal que briga por qualquer coisa, como se fosse um padrão da relação. Na verdade, não estão se aprofundando. É um vício, que não tem mágoa, ressentimento. Acabou o episódio de uma briga no supermercado, brigam pelo cardápio, depois por filme. É um padrão edificado. Desde que não levem à mágoa, ressentimentos, a um ficar sem olhar pra cara do outro, tudo bem. Mas é um vício até contornável”, define a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis. Segundo ela, pior pode ser o casal que “não briga nunca”. Isso pode significar superficialidade. “Quando não se briga também não se discute nada, a relação pode ser muito pobre, fica tudo na individualidade, não se divide nada. De repente, não discutem nunca, aí têm uma única briga e se desestabilizam, já pensam em se separar, o que pode ser mágoa guardada. Brigar pode ajudar a melhorar o relacionamento ou acabar com ele,” Fonte: Terra Relacionamento
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e Dalai Lama.

'No intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos participávamos, eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, lhe perguntei em meu inglês capenga: - 'Santidade, qual é a melhor religião?' Esperava que ele dissesse: 'É o budismo tibetano' ou 'São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo. ' O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta e afirmou: 'A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus. É aquela que te faz melhor.' Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar: - 'O que me faz melhor?' Respondeu ele: - 'Aquilo que te faz mais compassivo (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável.. . A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião...' Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irefutável.
Leonardo Boff