terça-feira, setembro 15, 2009

Por que o vaga-lume acende?

Na certa uma questão intrigante que nem damos tanto valor pode ser uma coisa primordial na natureza

Quem nunca viu, pessoalmente, na TV ou em fotos, uns bichinhos muito curiosos que brilham no escuro? São os vaga-lumes ou pirilampos. Eles produzem luz principalmente por dois motivos:

1) Para se defender e se reproduzir. Imagine um louva-a-deus aproximando-se de um pequeno vaga-lume “apagado”. Este não teria chance de escapar. Mas, quando ele acende sua “lanterna”, acaba assustando esse predador.

2) Os lampejos também são utilizados para atrair o sexo oposto na hora da reprodução. Para gerar luz, várias reações químicas acontecem no corpo do inseto, consumindo uma grande quantidade de energia e também oxigênio, que são usados como combustível. A cor da luz varia de acordo com a espécie do vaga-lume e é determinada por pequenas variações nos compostos que participam das reações químicas.

Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e somente 5% aproximadamente se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na traquéia e no cérebro dando ao inseto total controle sobre sua luz.

Infelizmente, os vaga-lumes estão ameaçados pela forte iluminação das cidades, pois quando entram em contato com essa forte iluminação, sua bioluminescência é anulada interferindo fortemente na reprodução podendo até serem extintos.

sábado, setembro 12, 2009

Quantas Palavras os Cachorros Entendem?


Quando as crianças aprendem a linguagem, elas começam associando sons a objetos ou a idéias. Por exemplo, se uma criança ouve a palavra “garrafa” toda vez que lhe dão uma garrafa, ela vai acabar aprendendo a conectar o som da palavra ao objeto. Dessa forma, as crianças entendem as palavras antes de aprender a expressá-las. Alguém poderia dizer que o mesmo acontece com os cães. Os cães só não chegam ao próximo passo: falar. Porém, comparar ou não a “compreensão” que um cão tem de uma palavra à compreensão de uma criança é outra história.

A maneira como o bebê aprende a palavra “garrafa” é semelhante, em alguns aspectos, à forma de um cão aprender as palavras. Quando uma criança aprende uma palavra como “lápis” ela associa a palavra ao conceito de um instrumento de escrita em uma variedade de maneiras (chegando a cometer o engano de chamar uma caneta de “lápis” depois de ver alguém usando uma para escrever). Por outro lado, os cães provavelmente aprendem a palavra “caneta” como um som que desencadeia uma resposta: “traga-me a caneta e eu te darei um petisco”, por exemplo.

Como os cães muito provavelmente não compreendem conceitos abstratos, eles não podem entender as palavras que se referem a tais conceitos. Por exemplo, humanos entendem idéias como “amor”, “ódio”, “crenças” e “descuido”.

Essas idéias não são necessariamente relacionadas a um objeto ou a uma ação específica. Idéias que se referem a coisas específicas são chamadas de conceitos concretos. Então, quando dizemos aos cães que os amamos, isso provavelmente não signifique tanto para eles quanto a palavra “petisco”. Algumas pessoas podem dizer que até encontrarmos uma maneira de interpretar a mente de um cão, não poderemos dizer em definitivo se os cães entendem ou não conceitos abstratos. Até onde sabemos, os cães só compreendem palavras que se referem a coisas concretas.

Podemos dizer que os cães entendem a linguagem? Isso depende da definição de linguagem, que é discutível. Se a linguagem indica o processo de comunicar um estímulo particular (uma palavra) para produzir uma determinada reação, então os cães definitivamente compreendem a linguagem. Porém, para muitos lingüistas – pessoas que estudam a linguagem – a definição apropriada de linguagem deve ser aprofundada.

Alguns lingüistas acreditam que a linguagem precisa de sentenças com sintaxe. A sintaxe se refere à forma com que as palavras se relacionam entre si em uma frase, baseadas em um sistema de regras estruturadas, como a ordem das palavras. Por exemplo, para falantes de inglês, a frase “o cão morde o homem” significa algo diferente de “o homem morde o cão”, apesar de ambas as frases possuírem as mesmas palavras. Seguindo essa definição mais rígida de linguagem, os cães não compreendem linguagem porque não há motivos para acreditar que eles compreendam as frases dessa forma.

Mesmo os bebês podem diferenciar as partes do discurso, como verbos e substantivos, o que um cão provavelmente não consegue. Alguém pode dizer que, se os cães não podem usar a sintaxe como as crianças, então eles não podem realmente entender uma palavra porque eles não entendem como ela se relaciona a outras palavras.

Mas se os cães realmente não podem compreender a linguagem como os humanos, por que eles parecem nos entender tão profundamente? Certos estudos mostram que os cachorros reconhecem os gestos humanos como pistas melhor que outros animais, como os macacos de grande porte. Assim, quando os cães parecem compreender nossas palavras, eles na verdade devem apenas estar lendo a nossa linguagem corporal ou nosso tom de voz.

Fonte: UOL

sexta-feira, setembro 11, 2009

Diferença Entre Ataque Cardíaco e Infarto


O coração funciona como uma bomba de ejeção de sangue para todo o corpo humano. Quando se contrai, distribui sangue pelas artérias; e quando se dilata, traz o sangue de volta para dentro dele, pelas veias. A parada cardíaca ocorre quando o coração para de funcionar. Nessa condição, ele deixa de exercer a função de bomba, inviabilizando a circulação do sangue pelo organismo.

De acordo com o cardiologista e diretor da Unidade Clínica de Coronariopatias Agudas do Incor HC/FMUSP, doutor José Carlos Nicolau, o infarto é a causa mais comum de parada cardíaca na população.

“Além de fazer com que o sangue circule pelo corpo, o coração também precisa de sangue para o próprio funcionamento. Quando há obstrução de um vaso que alimenta o órgão, a região relacionada a esse vaso pode vir a morrer. Isso é o infarto do miocárdio (do coração)“, explica, acrescentando que o infarto tem tamanho e repercussão variáveis, dependendo do vaso que tiver sido obstruído.

De 3.439 infartados, atendidos no Incor nos últimos dez anos, 479 tinham 50 anos ou menos. O especialista lembra que, quando há uma parada cardíaca, é fundamental que haja atendimento rápido.

“Em alguns casos, é possível reverter o quadro. Quando o atendimento é feito prontamente, diminuem-se os riscos de lesão cerebral”, informa.

Além do infarto, há outras diversas causas que podem levar à parada cardíaca, como insuficiência cardíaca em fase terminal, embolia pulmonar, arritmia cardíaca congênita, entre outras.

Fonte: noticias.terra.com.br

quinta-feira, setembro 10, 2009

Hubble revela maravilhas cósmicas


As 10 imagens foram as primeiras capturadas do espaço profundo obtidas pelo Hubble desde que sofreu reparos na missão realizada em maio passado, que instalou uma nova câmera e na qual outros instrumentos científicos foram reparados.

A foto com a forma de borboleta mostra uma nebulosa - nuvem de poeira estrelar e gás- criada pelos restos de uma estrela agonizante que, em algum momento, teve cinco vezes a massa do Sol.

A Nebulosa Borboleta ou as asas da "Bug Nebula" são na realidade o que a Nasa chama "caldeiras de gás" aquecidas a mais de (20.000 graus Celsius) que se deslocam pelo espaço a mais de 965.600 km/h.

"Isso marca um novo começo para o Hubble", ressaltou Ed Weiler, diretor associado da Agência Espacial Americana e responsável pelas missões científicas.

O telescópio, colocado em órbita em 1990, "foi totalmente modernizado e agora está mais poderoso do que nunca, com novos equipamentos que o permitirão se manter em operação durante a próxima década", indicou em um comunicado.

Os novos instrumentos permitem ao Hubble pesquisar o universo em uma extensa gama do espectro luminoso, que vai dos raios ultravioletas aos infravermelhos.

Veja as imagens no site da NASA

terça-feira, setembro 08, 2009

Curiosidades sobre os músculos

Que fazem os músculos?

Os músculos permitem fazer movimentos. Os músculos movem-nos. Sem músculos seriamos incapazes de abrir a boca, falar, andar, falar, ou até mesmo digerir a comida. Não conseguiriamos mover nada dentro ou fora do nosso corpo. De fato, sem músculos, não conseguiriamos viver muito mais do que alguns minutos.
Quantos músculos temos?

Em média, 40% do peso do corpo está nos músculos. O corpo humano tem mais de 630 músculos. Os músculos não puxam, eles empurram. Pode se perguntar, se os músculos não puxam, como é que eu consigo mover os dedos para trás e para a frente? A resposta? Os músculos funcionam aos pares. Deste modo há sempre um músculo que faz um movimento inverso ao outro.
Como é que os músculos se movem?

As células que constituem os músculos fazem movimentos de contração e relaxação. Pequenas fibras microscópicas nestas células contraem-se deslizando umas ao lado das outras, tal como quando abrimos e fechamos uma porta de correr. As células dos músculos usam a energia química proveniente dos alimentos para poderem fazer estes movimentos. Sem alimentos, e alguns tipos de nutrientes, os músculos não seriam capazes de obter a energia para se moverem.

Alguns músculos são chamados “voluntários”, ou seja, apenas funcionam quando lhes dizemos para funcionarem. Alguns exemplos de movimentos voluntários são: falar, chutar uma bola, bater palmas, etc. Outros movimentos, tais como os batimentos do coração, os movimentos do diafragma que nos permitem respirar, ou o piscar de olhos, são automáticos. São chamados movimentos involuntários. E como é que estes músculos se movem? Eles movem-se através de sinais provenientes de alguns nervos e, em alguns casos, do cérebro.
Qual o músculo que mais trabalha?

Os músculos dos olhos são os que mais trabalham. Estima-se que eles se movam mais de 100.000 vezes por dia.

Fonte: www.treinototal.com.br

sexta-feira, setembro 04, 2009

O Que é Felicidade?



A ciência moderna pensa estar apta a responder, pelo menos parcialmente, a esta questão. Em laboratórios de todo o mundo, o estudo do cérebro entrou numa fase detalhada, que permite até chegar a conclusões sobre o grau de felicidade das pessoas.

E estes esforços levaram os investigadores a surpreendentes análises comparativas.
A mais preciosa cobaia destes estudos não é um ratinho de laboratório, mas um monge budista de origem francesa, Matthieu

Ricard, filho de um famoso filósofo e autor francês, recentemente falecido, Jean-François Revel.
A mente deste monge foi estudada na Universidade de Wisconsin e o resultado é arrebatador, podendo até mudar por completo a visão que temos do cérebro humano.

Os cientistas nunca encontraram ninguém tão “feliz” e afirmam, em medições quantificáveis, que Ricard é mesmo o homem “mais feliz na Terra”.
Esta conclusão tem a ver com a medição de certas ondas cerebrais e a actividade no córtex pré-frontal esquerdo, que está associada a pensamentos positivos.

Estudos científicos americanos mostram que estão particularmente desenvolvidas estas características cerebrais em monges budistas que praticam um determinado tipo de meditação durante a qual tentam pensar em todos os seres vivos com especial compaixão.

E, se existe um atleta de alta competição nesta modalidade, ele chama-se Matthieu Ricard.
Com 61 anos, este antigo biólogo molecular decidiu há 30 anos abandonar a sua vida de investigador e seguir a religião budista, tornando-se mais tarde assessor do Dalai Lama, o líder espiritual dos budistas tibetanos.
Antes de optar pelos Himalaias, o monge fizera um doutoramento em genética molecular e trabalhara ao lado do Prémio Nobel da Medicina (em 1965), François Jacob.

Foi nessa altura que escolheu a religião, após ter lido textos budistas que o impressionaram.Na década de 70, Matthieu Ricard foi discípulo do mestre tibetano Rinpoche e tornou-se mesmo um dos maiores estudiosos dos textos tibetanos clássicos.

Mas a ciência veio de novo ter com ele. A história da vertente de investigação que levou as neurociências ao budismo começou há uma década, quando Dalai Lama, durante uma visita a uma escola médica americana, fez uma pergunta: pode a mente moldar a matéria? O problema levantado com esta questão aparentemente de resposta negativa partia do pressuposto de que a ciência tinha provado existirem alterações químicas no cérebro e impulsos eléctricos associados a pensamentos ou a emoções.

Mas seria possível conceber o inverso, ou seja, os pensamentos produzirem alterações químicas e produzir impulsos eléctricos?
Ao longo da última década, os cientistas têm estudado as alterações do estado mental de monges budistas.
A equipa de Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin, fez medições precisas de voluntários com mais de dez mil horas de meditação, sobretudo de Ricard, e percebeu que este estado contemplativo estimulava zonas do cérebro associadas às emoções, nomeadamente às

positivas, como aquelas que nos habituámos a ligar a estados de felicidade.
Igualmente importante era o facto de, entre estados de meditação, as ondas cerebrais permanecerem intensas, sugerindo que era possível treinar o cérebro e controlar as emoções, mudando a estrutura da própria mente.

Segundo Davidson, “os resultados mostram que a meditação pode mudar as funções cerebrais de forma durável”.
Isto é basicamente o que fazem os monges budistas, afirma a ciência, após uma década de estudos pormenorizados, com o uso de equipamentos sofisticados que permitem medir as ondas cerebrais e as zonas do cérebro em funcionamento.

Outra equipa fez experiências com Ricard e 150 voluntários, onde mostrou que o monge budista francês conseguiu um equilíbrio entre emoções positivas e negativas jamais visto num ser humano, com desvio para as positivas (entusiasmo, alegria) que anulava as negativas (medo, ansiedade).

A conclusão deste estudo de Adam Engle é semelhante: o cérebro não é estável, ele pode mudar.
São enormes as implicações destes estudos. As investigações sobre os fenómenos budistas começaram por estar rodeadas de controvérsia, mas a melhoria dos equipamentos tornou consensuais os resultados. Também se sabe que a meditação tibetana é uma prática, tal como o desporto no

Ocidente. E a comparação é aceite.

Tudo indica que o cérebro pode ser treinado na idade adulta e até mudar a sua organização interna, algo que experiências com músicos também tinham demonstrado.

A linha de investigação sugerida pelas experiências com o homem mais feliz do mundo não tem implicações apenas para a questão da felicidade e para a melhoria de vida de cada indivíduo, mas para coisas mais prosaicas, como o controlo do stress, a melhoria da atenção.

A história mostra ainda que a contemplação vale todos os bens materiais e que as contas bancárias não dão felicidade. O homem mais feliz do mundo não tem riqueza pessoal e vive num mosteiro nos Himalaias.

A compaixão, o amor, o deslumbramento, a piedade, a clemência, a devoção, enfim, todos os sentimentos que nos habituámos a encarar como positivos resultam, afinal, de uma capacidade interior que podemos controlar.

E nesta curiosa fusão entre religião e ciência falta ainda o senso incomum dos poetas, de Camões, por exemplo, que num soneto teve um inspirado momento eureka da poesia: “Tão enlevado sinto o pensamento que me faz ver na Terra o Paraíso”. O monge não diria de outra maneira. “

quinta-feira, setembro 03, 2009

Por Que Sentimos Sono Após um Almoço?


A Maioria das pessoas, principalmente pessoas que tem um trabalho um tanto pesado, tiram uma soneca após o almoço. Mas por que isso acontece?

Por dois motivos. O principal deles é o aumento de bicarbonato no sangue. Quando começa a digestão , o estômago captura água e gás carbônico no organismo para formar o ácido carbônico. Essse ácido reage com outro, o ácido clorídrico, e forma o suco gástrico, que digere os alimentos.

Da reação entre os ácidos, sobra uma substância chamada bicabornato, que é absorvida pelo sangue e o torna mais ácido.
Quando o sangue acidificado irriga o sistema nervoso central, provoca a diminuição da atividade das regiões responsáveis pela vígilia e pela concentração muscular.

“Não se sabe exatamente como acontece, mas há uma diminuição da capacidade de concentração e força dos músculos, provocando uma sensação passageira de sono.
além disso, durante a digestão uma quantidade maior de sangue se dirige para o estômago e os intestinos para ajudar no processo.

O sistema nervoso central passa, então, a ser menos irrigado e , portanto, diminui sua atividade porque dispõe de menos oxigênio.

Fonte: Yahoo! Respostas

quarta-feira, setembro 02, 2009

Álcool Gel Caseiro



Facílimo de fazer!!!!

Já tem muitos lugares que não se encontra ÁLCOOL GEL.

Guarde a formula simples do álcool gel, caso tenha necessidade

2 folhas de gelatina incolor e sem sabor ( compra-se em qualquer
supermercado)
1 copo de agua quente para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Espere esfriar.

Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.

Está pronto o álcool gel de 72° a 75° graus

terça-feira, setembro 01, 2009

Curiosidades e Lendas




Algumas lendas antigas que valem a pena serem lembradas..

O fato mais pitoresco da cidade de Guarapari ocorreu com a inauguração do cemitério São João Batista, perto da praia das Virtudes. Folclore ou não, os populares contam que prefeito Juca Brandão construiu o cemitério mas não conseguia inaugurá-lo. Em 1916, após dez anos de espera, a administração resolveu pegar emprestado um defunto da cidade de Anchieta. Assim nasceu o personagem do prefeito Odorico Paraguaçu, que inspirou Dias Gomes a escrever a novela “O Bem Amado”.
Praia dos Padres:

Há muitos anos atrás, diziam que a Praia dos Padres era chamada de assombrada devido às alucinações que as pessoas tinham ao irem lá. Elas falavam que viam barcos à vela e pescadores em alto mar, mas quando se aproximavam, nada viam além das águas e ondas. À noite escutavam pessoas falando e gritando como se a praia estivesse cheia de veranistas e o mar subia tanto que no dia seguinte as raízes das castanheiras pareciam dedos de uma mão velha e cansada. Todos esses fatos estranhos deixavam os moradores amedrontados, fazendo com que solicitassem padres para rezarem à praia, que passou a se chamar “PRAIA DOS PADRES”.
Mulher Pata:

Antigamente as famílias eram muito numerosas. Quando nascia a 7ª filha do casal, o mais velho deveria batizá-lo, pois se isso não acontecesse, ela se transformava em “Mulher Pata”. Ela ia para as pedras em lugares escondidos, tirava as roupas e começava a se transformar. Contorcia-se e as penas iam surgindo e, quando a transformação se completava, ela voava para alto mar, posava nos mastros dos barcos e ficava lá escutando as conversas dos pescadores. Quando havia escutado tudo que queria, voltava e contava tudo para todo mundo. Quando os pescadores voltavam dias depois, ficavam pasmos, pois todos já sabiam o que haviam conversado em alto mar. Como era possível? Depois se lembraram que uma pata havia pousado no mastro do barco e concluíram que era a “Mulher Pata” que havia feito a fofoca.
Lobisomem:

Antigamente as famílias eram muito numerosas. Quando nascia o 7º filho do casal, o 1º filho deveria batizá-lo, pois, segundo a lenda, se isso não acontecesse, este filho se fosse homem se transformaria em lobisomem nas noites de lua cheia.
Nadador de Pedra:

Conta-se que um descendente de índios goitacazes ao voltar de uma pescaria avistou a sombra de uma mulher. Passou a noite inteira perseguindo a misteriosa mulher por diversas praias, parecia sonhar. Por vários dias não comeu, não dormiu e não trabalhou. Remando enlouquecido à procura de seu amor, foi encontrá-la na pedra do Siribeira. Jogou-se ao mar e nadou até a Praia da Areia Preta. Uma voz lhe sussurrava, não lhe deu ouvidos e Jaci (lua) lança-lhe um jato luminoso, petrificando-o e transformando-o em um curioso arrecife na Praia da Areia Preta.
Mãe-Bá:

Havia em Guarapari uma tribo de índios chamada ‘Negro-Galinha’, cujo chefe, uma senhora idosa chamada Bá, que era considerada mãe de todos os Bá. Era curandeira protetora e conselheira. Certo dia um menino da tribo adoeceu e Bá tentou curá-lo. Sem resultado, pegou a canoa e atravessou a lagoa. De repente algo de muito estranho aconteceu. Era como se os espíritos estivessem contra ela. Bá gritou aterrorizada e os índios ‘Negro-Galinhas’ foram até a lagoa e viram a canoa virada e com marcas de sangue. Após uma semana, Bá apareceu morta. Os índios pegaram o corpo e o cremaram jogando as cinzas na lagoa. Depois disto houve grande abundância de peixes. O nome da lagoa Mãe-Bá é em homenagem a ela.
A Escalvada:

A Ilha da Escalvada ou Farol segundo os moradores é encantada. Dizem que ela se transforma em barco, castelo, baleia e outras formas e que isto acontece de dia.
A Mãe do Ouro:

Diziam os antigos guaraparienses que a mãe do ouro era uma mulher muito bonita, loira e de olhos azuis. O senhor Manoel conta que certa vez foi cortar lenha em Muquiçaba com mais três companheiros. Eles marcavam um ponto de referência para voltarem e cada um seguia uma trilha. O senhor Manoel entrou mata adentro e deparou-se com uma menina muito bonita. Segundo ele, ela lhe perguntou o caminho da saída, pois estava perdida. Ele ensinou-lhe a trilha da saída da mata, só que a menina não seguiu a trilha e embrenhou-se mata adentro e ele atrás dela. Só que o Sr. Manoel se perdeu na mata por várias horas. Quando ele conseguiu sair e encontrar os companheiros, eles disseram: “Seu minguta capelido”. Era a Mãe do Ouro. Se tivesse dado um corte em um dos dedos e pingado três gotas de sangue sobre a menina, ela se transformaria em ouro. Os companheiros do Sr. Manoel ficaram indignados e saíram resmungando: “Deixamos de ser ricos”.
Congo:

Existem em Guarapari duas bandas de congo: o Congo de São Benedito e o Taquara do Reino. O Congo de São Benedito, do Alto Rio Calçado, começa em novembro com a cortada do Mastro. Os organizadores vão à mata cortar a árvore escolhida, trazendo-a para o quintal do Sr. Joaquim Rosa. Ali o mastro é preparado e pintado. No domingo, depois do Natal, festejam a Fincada do Mastro. Os tambores começam a tocar por cerca de 35 pessoas (entre homens e mulheres) que se revezam tocando, dançando e cantando. Depois do 1º Domingo de fevereiro é feita a arrancada do Mastro encerrando o Ciclo do Congo. Há 80 anos este ritual é realizado ininterruptamente e há 25 anos o Sr. Joaquim Rosa é o mestre da Congada. A primeira festa de São Benedito foi realizado no dia 06/01/1910.
Jongo:

Originário de angola, também conhecido pelos nomes de Angona, Angoma e Angone, pertence ao ramo das danças sagradas. Os folcloristas a classificam como dança religiosa. Dança predileta dos negros que dançavam a noite inteira indo, às vezes, até o raiar do sol. Em Guarapari o Jongo é a música de Congo
A Sereia de Meaípe

A Sereia de Meaípe é uma lenda pouco conhecida mesmo pelos moradores do local onde supostamente ela se passou. Só os mais antigos moradores da pequena localidade à beira-mar, no município de Guarapari, ainda mantêm viva na mente a história de amor impossível entre a solitária sereia ao imigrante holandês, que veio dar nas praias do Espírito Santo, por volta do século XVI.

Conta-se que um navio holandês naufragou na costa do Espírito Santo e apenas alguns tripulantes conseguiram se salvar. Os índios goitacás, que habitavam o local ficaram admirados com os náufragos, por seus cabelos avermelhados e lhes deram frutos e mel e redes para que repousassem à sombra das árvores.

Aos poucos os holandeses foram assimilando os costumes indígena e se casaram com as filhas dos caciques. Um deles, um dia perdeu-se na selva e parou deslumbrado num belíssimo lugar, uma praia lindíssima, quando foi surpreendido com a visão de uma formosa mulher que emergia das ondas, envolta em sedosa cabeleira. Vencida a emoção, o jovem convidou-a a sentar na areia ao seu lado, mas em evolução graciosa ela se aproximava e se afastava. Ora lhe estendia os braços, ora mergulhava para reaparecer mais atraente e bela. – Porque não dormes? – Perguntou a visão. – Perdi o sono. – Vai recuperá-lo! – E começou a modular suave acalanto..

Ao amanhecer, o jovem despertou e ficou sem saber se a visão da mulher fora um sonho ou uma realidade. Permaneceu no local, fez uma palhoça e decidiu ficar até a noite seguinte para decifrar o enigma da mulher escultural. A noite chegou e com ela a visão. Ele atônito, sente-se arrastado para a praia.

Ao chegar, a mulher se enrosca em seu corpo, derrotada pelo amor que sentia pelo holandês. Mãe d’água decide se vingar, arrasta-se até o meio da lagoa com o holandês e invoca Tupã, que o transforma em pedra.

Desde essa noite, quando as trevas descem, as estrelas cintilam e as aves noturnas emitem seus lamentos, a Sereia de Meaípe vem cantar seus lamentos no monumento do seu amor.

Fonte: www.geocities.com/portodosol

segunda-feira, agosto 31, 2009

A diferença entre 54 e 18




Um professor de matemática envia para sua esposa um
fax com a seguinte mensagem:

"Querida esposa, sei que compreendes que agora tens 54 anos,
e que eu tenho certas necessidades que já não podes satisfazer.
Sou feliz contigo, como minha esposa e, sinceramente, espero que
não te sintas magoada ou ofendida ao saber que, quando estiveres
lendo este fax, estarei no Big Dick Motel com minha secretaria,
que tem 18 anos. Mas não te preocupes, que chegarei em casa antes da
meia-noite."

Quando o cara chega em casa, vindo do motel, encontra
a seguinte carta da esposa:

"Querido marido, obrigada pelo aviso. Aproveito a oportunidade
para lembrar-te que tu também tens 54 anos. Ao mesmo tempo, te comunico
que, quando estiveres lendo esta carta, estarei no Motel Happy Dust
com meu professor de tênis, que também tem 18 anos. Como és um
matemático, poderás compreender facilmente que estamos nas mesmas
circunstâncias, mas com uma pequena diferença:

18 entra mais vezes em 54, do que 54 em 18...
Portanto, não me espere, porque só chegarei amanhã!"