sábado, março 26, 2011

Hoje tem: Cinema Antes!!!


Vou falar sofre lançamentos, curiosidades dos filmes, dicas de DVD´s, tudo de uma forma diferente, que todos possam entender e curtir ainda mais a sétima arte, e claro tocar muita música, todas que fizeram parte de algum filme.


Então galera do blog, não esqueçam hoje das 3h ás 4h da tarde. Todo sábado vai ser assim agora: Cinema Antes na web Rádio, Rádio e Notícia.

O endereço da rádio: http://www.radioenoticia.com.br/

sexta-feira, março 11, 2011

Amanhã estréia meu programa de cinema na Rádio Web



È amanhã! Amanhã estréia meu programa de cinema na Rádio Web: Rádio e Notícia. O programa se chama Cinema Antes. Nele, vou falar sofre lançamentos, curiosidades dos filmes, dicas de DVD´s, tudo uma forma diferente, que todos possam entender e curtir ainda mais a sétima arte, e claro tocar muita música, todas que fizeram parte de algum filme.

Então galera do blog, não esqueçam é amanhã das 3h ás 4h da tarde. Todo sábado vai ser assim agora: Cinema Antes na web Rádio, Rádio e Notícia.

O endereço da rádio: http://www.radioenoticia.com.br/

quinta-feira, março 10, 2011

Honorários Advocatícios... (Voltei!!!)


*Amit** era um alto funcionário da corte do **Rei Akbar**.*
**

*Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da rainha até se fartar.*

*Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal.*

*Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro e Advogado do Rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.*

*Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro, que aceitou o acordo.*

*No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho. *

*Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado.*

*Médicos de todo o reino foram chamados, mas nada resolveu.*

*Birbal então disse ao Rei que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria aquela espécie de coceira.*

*Birbal também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Amit.*

*O Rei Akbar ficou muito feliz e então chamou Amit que, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em chupar à vontade os suculentos e deliciosos peitões da rainha.*

*Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez o que sempre desejou.*

*Satisfeito, ele se encontrou com o advogado Birbal que queria receber o combinado.*

*Com seu desejo plenamente realizado e sua libido satisfeita, Amit se recusou a pagar ao advogado e, ainda por cima, o escorraçou e zombou de sua cara, pois sabia que, Birbal nunca poderia contar o fato ao rei.*

*Mas Amit havia subestimado o Advogado Birbal.*

*No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do rei.*

*Moral da História:

Você pode ficar devendo pro mundo inteiro, até pro capeta. Mas nunca, nunca mesmo, pense em dever para um Advogado.*

segunda-feira, março 07, 2011

carnaval 2011


Bom dia pessoal, carnaval tá batendo na minha porta, então, voltarei com as postagens logo após momo voltar a dormir. Vou aproveitar esses dias para descançar.


Vejam os vídoes de meus livros, ai no lado direito e leim um ou todos eles.

Abraços Virtuais!!!


; )

domingo, março 06, 2011

VISITA FATÍDICA!

O Japa...

O sujeito foi visitar, na UTI, o vizinho japonês, vítima de grave acidente automobilístico.


Encontrou o japa todo entubado, era tubo daqui, tubo acolá, fios pra todo lado.


Ficou ali parado, de pé na beira da cama.


O japa, de olhinhos fechados, não respondia às perguntas do amigo, mesmo porque não falava português.


Em dado momento, fazendo um esforço enorme, o japa arregalou os lhos e gritou: " TYRABOTA NAKAYOBA, SUSHIMASHUTA!"


Dito isso, suspirou e morreu.


Na missa de sétimo dia, o sujeito foi dar os pêsames à família do morto.
Já estava indo embora, quando se lembrou de perguntar à mãe do japa:

- Olhe, dona Fumiko, o Sujiro, antes de morrer, me disse estas palavras:

"TYRABOTA NAKAYOBA, SUSHIMASHUTA!!!".
Fiquei muito emocionado, O que isso quer dizer?
Dona Fumiko olhou espantada para o sujeito e traduziu: *

"TIRE O PÉ DA MANGUEIRINHA DE OXIGÊNIO FILHO DA PUTA!!!"*


Pessoal carnaval tá ai, volto depois das festividades;
Tenham todos um ótimo carnaval e usem caminha!

sábado, março 05, 2011

Para rir um pouco...

FRASES NÃO ACONSELHAVÉIS PARA"PURITANOS" INTRANSIGENTES


FRASES DE PÁRA BARRO DE CAMINHÃO...


O esperma não é apenas um líquido gosmento, mas sim lágrimas de um pinto apaixonado !


'Passar a mulher para trás é fácil, difícil é passar adiante!'


'Tem dia que a noite é foda'


'Nóis só num bebe acetona porque tira o esmalte dos dente'


'Que mulher nunca comeu uma caixa de Bis por ansiedade, uma folha de alface por vaidade e um cafajeste por saudade? '


'Ironia do destino é quando um jardineiro tem um filho florzinha e uma filha trepadeira .....'


Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha não erra. E quem não erra é promovido.


PIOR DO QUE NÃO TER O QUE VESTIR,

É NÃO TER ALGUÉM PARA TE DESPIR...

sexta-feira, março 04, 2011

O velho e o diabo


Chamou o diabo. Puxou a faca pensou na melhor forma de fazer aquilo ser menos doloroso.

O diabo demorava. A coragem dava lugar a perguntas e receios. Lembranças do que poderia ser vivido. Nunca lembranças de alguém, não achava que tinha alguém. Nunca teria alguém.

Que demora. O diabo tarda e às vezes até falha. Que demora
Ô, infeliz!

acendeu um cigarro, ainda tinha tantos cigarros no maço, que pensou em fumar mais alguns antes de morrer.

Um suicida num lugar daquele. Nunca se via um suicida num lugar assim. Só se fosse um enforcado, mas alguém pensando em tristezas além de fome, sede, seca, falta de água e alimentação, falta de educação… não, ali isso era lenda. Coisa de cidade grande.

Mas era difícil de definir mesmo o que estava lá dentro, amassado, travado, como se fosse um caroço, sei lá o que.

O diabo é mesmo um cara muito desligado, ou eu não sirvo nem sequer pro diabo?
Ai, a vida dói. Não só pela seca, não só pela fome, não só pela poeira, não só por ser pobre, não só por estar só, entregue à solidão, solidão simples, não por querer. Ela se foi. Pra isso o diabo serviu, levou ela de mim. Mas não foi doença. Foi mesmo traição. Outra pessoa.

E o diabo demora. Não respeita nem sequer um moribundo. Ah, filho da…
Se eu fosse deus eu matava o miserável.
Mas se eu fosse deus muita coisa seria outra coisa.
Ou seria pior?
Hum…

Acho que vou fumar mais um cigarro enquanto o capeta não chega.

Ah… Porra! Já fumei, perdi parte da coragem e nada do diabo…

Noite adentro, sem menos esperar, já cochilando, com um único cigarro a ser devorado em tragos, foi que ele apareceu, com um matinho na boca, olhando aquele senhor, triste criatura. Nem eu deveria querer esse desgraçado. Mas se assim é, que seja.

Acordou o homem, que enfiou a faca no ventre do diabo.

Opa, quem és?

Tanto chamou. aqui estou

É, está mesmo. Nada lhe fez a faca.

Ah, sim. Mas o que queres? Vai mesmo dar cabo da tua vida?

Pois é, satan. Viver é sofrimento para valentes. Eu sou por demais covarde.

Mas e deus? Nele não crês?

Ah, deus… se estás aqui é porque ele existe, mas ainda há muitas perguntas a fazer. Por exemplo, por que você demorou e apareceu e deus nunca aparece?

Ah, meu erro foi fazer respostas e não respondê-las. Os erros dos homens vêm da teimosia em fazer dúvidas, fabricar perguntas. Para quê? Por que não vives somente?

Ah, não me chateia diabo, queres ser santo agora?

Tosse.. Tosse… Acendeu mais um cigarro e prestou atenção no diabo que olhava em volta, como se incomodado.

Mas que diabo é esse? Ele se veste como se tivesse no lugar errado. Dizem queo diabo se pinta como é pensado, mas eu nunca pensei no diabo assim. Pensem no diabo que vocês pintam e como seria um diabo estranho. É algo difícil de pensar?

Só tenho mais esse cigarro pra decidir pela vida e pela morte. O que diz tu, diabo?

Eu? Ah, nada não. O diabo não tem muito pra falar. Vocês homens que falam demais.

Pois é. Fuma?

Ah, não. Tô tentando parar.

Ah, diabo, vai pro inferno que lá não quero ir pra ter que ir ficar vida morta num lugar onde até o diabo virou covarde!

Calma, homem. Mas diz aí a finalidade da tua morte?

Sei lá, diabo. O mundo não é suficiente. A vida não é suficiente. O sol queima demais. O homem mente demais. A vida não me é amena. Eu desisto de tentar qualquer coisa e até mesmo a morte parece me escapar nesse momento onde eu só quero…

Engasgou, emudeceu… E pôs-se a chorar. Assim de repente.

O diabo vendo aquilo olhou a criatura e disse. Olha só, vou te deixar só, porque você precisa pensar muito e nada melhor pra chamar a morte que a solidão. Enfim, nada tenho eu pra ganhar contigo se não queres nada além de perecer e vaguear.

Vou-me!

E assim foi o diabo entre a fumaça.

Não deixou nem um cigarro e nem sequer houve finalidade em sua visita.

A verdade, moços, é que não se deve pensar em finalidades. O que dizer de nada? O que explanar sobre tudo?

A verdade é um velho que chama o diabo e o perde em meio a tanta conversa.

Não espero nada, nem do verso nem da escrita. Na prosa eu me perco em pensamento, pois o diabo me dá o sono e a poeira no olhos para que não haja nada a ver, nada a dizer, além de cigarros e tosse.


Josi Vice

Novo poeta do século XXI

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

O Hoje


Hoje acordei achando que meu mundo era uma droga, meu emprego horrível, meus sonhos não se realizariam, minha mulher era muito gorda para os padrões dos comerciais de cerveja;

Hoje pensei que que Deus não olhava mais para mim, que meus amigos eram chatos e que meu café da manhã não poderia faltar um belo suco de laranja bem gelado, era um absurdo café da manhã sem suco, droga!

Hoje acordei com raiva de tudo porque meu filho pequeno chorou a noite toda e não se conformava com o leite que sua mãe tão paciente coloca em sua boquinha;

Hoje acordei pensando na possibilidade de comprar minha TV digital e fazer parte do século XXI;

Hoje acordei e percebi que não era legal sair de casa sem ler meu horóscopo;

Hoje acordei, me espreguicei, mas fiquei um pouco mais em minha cama que já deveria ser trocada, cinco anos é muito tempo para uma cama;

Hoje acordei, e ao acordar percebi o quanto sou egoísta, quanto sou humano e falho, o quanto não faço minha parte.

Se você acha sua vida uma droga o que esse garoto deve achar da dele??
Bom dia manhã cinza.
Marcos Henrique.

PARA CURTIR! Nessa segunda...ahhhhhh

DUAS EXCELENTES CRÔNICAS E/OU POEMAS DESTA FAMOSA POETISA E ESCRITORA MENCIONADA NO ASSUNTO DESTE E-MAIL QUE RECEBI!


Marina Colasanti


Sexta-feira à noite


Os homens acariciam o clitóris das esposas


Com dedos molhados de saliva. O mesmo gesto com que todos os dias


Contam dinheiro, papéis, documentos E folheiam nas revistas


A vida dos seus ídolos.
Sexta-feira à noite


Os homens penetram suas esposas Com tédio e pénis.


O mesmo tédio com que todos os dias Enfiam o carro na garagem


O dedo no nariz E metem a mão no bolso Para coçar o saco.
Sexta-feira à noite


Os homens ressonam de borco Enquanto as mulheres no escuro


Encaram seu destino E sonham com o príncipe encantado.


Eu sei, mas não devia



Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.


A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.


E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.


E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.


E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.


E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.


A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.


A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.



A comer sanduíche porque não dá pra almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.


A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.


E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.


E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.


A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.


A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.


A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.


A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.


E a ganhar menos do que precisa.


E a fazer filas para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem.


E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.


A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.


A abrir as revistas e a ver anúncios.


A ligar a televisão e a ver comerciais.


A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.


A gente se acostuma à poluição.


As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.


A luz artificial de ligeiro tremor.


Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável.


A contaminação da água do mar.


A lenta morte dos rios.


Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.


A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.


Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.


Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.


Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.


Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.


E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.


A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.


Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma.