quarta-feira, junho 06, 2012

Atlântida: lenda ou realidade?

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Atlântida (ou Atlantis) é uma lendária ilha – ou continente – cuja primeira menção conhecida é a do filósofo grego Platão, em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida”.

De acordo com Platão, Atlântida era uma potência naval, localizada  ”na frente das Colunas de Hércules”, e que conquistou grande parte da Europa Ocidental e da África, 9.000 anos antes da era de Solon, ou seja, aproximadamente em 9.600 a.C.. Depois de uma tentativa fracassada de invadir Atenas, a Atlântida teria afundado no oceano “em um único dia e noite de infortúnio”. Os estudiosos ainda discutem se a história de Platão foi inspirada por antigas tradições. Alguns dizem que o filósofo criou a história mediante memórias de antigos acontecimentos, como a erupção de Thera (*) e a guerra de Troia, enquanto outros afirmam que ele se inspirou em eventos mais recentes, como a fracassada invasão ateniense da Sicília, em 415 a.C.–413 a.C.
(*) A erupção minoica de Thera, foi uma catastrófica erupção vulcânica que se estima ter ocorrido em meados do segundo milênio a.C. A erupção foi um dos maiores incidentes vulcânicos registrados na História da humanidade. O espantoso fenômeno devastou a Ilha de Thera (também conhecida como Santorini), incluindo o sítio minoico de Akrotiri, bem como as comunidades agrícolas e áreas em ilhas próximas e na costa da ilha de Creta. A erupção parece ter inspirado certos mitos gregos e pode ter tido repercussão no Egito. Além disso, tem-se especulado que a erupção minoica e a destruição da cidade de Akrotiri inspiraram a história platônica de Atlântida. 


A existência de Atlântida foi razão de muitas polêmicas durante a Antiguidade Clássica; no entanto é rejeitada por autores atuais. Alan Cameron comenta que “só nos tempos modernos é que as pessoas começaram a levar a sério a história da Atlântida; ninguém o fez na Antiguidade”. Embora pouco conhecida na Idade Média, a história de Atlântida foi redescoberta pelos humanistas na Idade Moderna. As descrições de Platão serviram de tema para trabalhos de vários escritores da Renascença, como Francis Bacon em “Nova Atlântida”. O assunto ainda inspira a literatura – da ficção científica a gibis – e o cinema. Atlântida tornou-se referência para qualquer suposição sobre avançadas civilizações pré-históricas perdidas.

Na literatura
Segundo Platão, durante suas viagens pelo Egito, Solon conversou com um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo, e este teria lhe falado de antiquíssimas tradições ligadas a uma guerra entre atenienses e atlantes. Segundo esse sacerdote, o povo de Atlântida vivia numa ilha, além dos pilares de Heracles, onde terminava o Mar Mediterrâneo  e começava o Oceano Atlântico . O homem teria contado que, quando os deuses helênicos partilharam a Terra, Atenas foi dada à deusa Atena e a Hefesto, enquanto Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares.

Poseidon e Clito
Nas montanhas do centro da ilha vivia uma jovem órfã de nome Clito. Conta a lenda que Poseidon teria se apaixonado pela moça e erguido muralhas de água e fossos em volta da morada da sua amada. Assim, Clito e Poseidon viveram por muitos anos e, desta relação, nasceram cinco pares de gêmeos. O mais velho chamou-se Atlas. Depois de dividir a ilha em dez áreas circulares, Poseidon concedeu supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde ele exercia o seu poder sobre o resto da ilha.

Em cada um dos anéis reinavam as monarquias de cada um dos descendentes dos filhos de Clito e Poseidon. Reuniam-se uma vez por ano, no centro da ilha, onde o palácio  e o templo de Poseidon, com seus muros cobertos de ouro, brilhavam ao sol. A reunião marcava o início de um festival em que cada um dos monarcas caçava um touro. Uma vez caçado, beberiam o sangue do animal e comeriam sua carne, enquanto todos trocavam cumprimentos entre si.

Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza vegetal e mineral. Não era apenas magnificamente rica em depósitos de ouro, prata, cobre e ferro, mas também de oricalco, um metal que brilhava como fogo. Os reis de Atlântida construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior. Entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas.

Pouco mais se sabe sobre a Atlântida. Segundo Platão, a ilha foi destruída por um desastre natural – possivelmente um terremoto ou maremoto – cerca de 9.000 anos antes da sua era. Roger Paranhos, em seu livro Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito, afirma Atlântida foi destruída por um cometa. Essa teoria pode ser confirmada pela hipótese do cometa Clóvis, segundo a qual uma explosão aérea ou um impacto de um ou mais objetos espaciais sobre a Terra, ocorrido entre 12.900 e 10.900 anos atrás, desencadeou uma era glacial e pode ter atingido e submergido o continente.

Diz-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo, acabando por ser dizimados pelos atenienses. Outra tradição chega-nos através de Diodoro da Sicília, segundo a qual os atlantes seriam vizinhos dos líbios e teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas, as mulheres guerreiras. Segundo ainda outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído do que os outros da época e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para a África, sendo os antigos egípcios seus descendentes.


Teoria extra-terrestre
Uma das mais polêmicas teorias sobre a Atlântida foi proposta, recentemente, pelo pesquisador e professor Ezra Floid. Partindo do desenho da cidade circular descrita por Platão, Floid propõe que Atlântida, na verdade, era uma gigantesca nave espacial, uma espécie de disco voador movido a hidrogênio e hidromagnetismo, com uma usina central de hidro-forças, chamada de Templo de Poseidon, um imenso OVNI descrito por muitas culturas como A Ilha Voadora (citada no livro Viagens de Gulliver, um romance do escritor irlandês Jonathan Swift.) e relacionada à Jerusalém Celestial descrita na Bíblia (Apocalipse 3, 12), à Purana Hindu que desce do céu e ao Disco Solar dos astecas, maias,incas e egípcios.

Sendo Atlântida uma missão colonizadora extraterrestre, ela teria estado em muitos pontos daTerra, pois se locomovia e se instalava em diferentes regiões. Este seria o motivo pelo qual a localização da ilha ora é imaginada no Mediterrâneo, ora na Indonésia, ora no Atlântico, nos Polos e nos Andes. Atlântida seria a mesma nave descrita na Epopeia de Gilgamesh, dos sumérios. Segundo esta teoria, Atlântida não teria submergido catastroficamente, mas sim intencionalmente, como parte do projeto colonizador que seu povo realizava na Terra. Depois de permanecer algum tempo no fundo do mar, como cidade submarina, o disco-voador atlante teria usado também a hidroenergia de emersão para lançar-se no espaço sideral, provocando, com o seu enorme volume e seu arranque, um gigantesco tsunami circular no oceano onde estaria oculta. Os sobreviventes deste tsunami, depois da tragédia, teriam julgado que Atlântida havia afundado. No entanto, os atlantes apenas teriam voltado para seu sistema natal.

Uma formulação moderna da história de Atlântida e dos atlantes foi feita por Helena Petrovna Blavatsky, a famosa e polêmica fundadora da Teosofia (foto). No seu principal livro, A Doutrina Secreta, madame Blavatsky descreve, detalhadamente, a raça atlante, o seu continente e suas cultura, ciência e religião.



A localização mais recente foi sugerida pela imagem obtida com o Google Earth, por um engenheiro aeronáutico e publicada no tablóide The Sun, mostrando contornos que poderiam indicar a construção de edifícios numa vasta extensão, com dimensões comparáveis ao País de Gales e situado no Oceano Atlântico, numa área conhecida como o Abismo Plano da Ilha da Madeira. Richard Freund, um arqueólogo da Universidade de Hartford, em Connecticut, afirma que um tsunami inundou a antiga cidade.

Fonte:http://www.vocesabia.net/misterios/atlantida-lenda-ou-realidade/

terça-feira, junho 05, 2012

Tem entrevista minha no blog A última Canafístula

Bom dia, boa tarde ou boa noite. Isso vai depender de que lado do globo terrestre você vai estar, não é verdade?

  
O blog  http://aultimacanafistula.blogspot.com.br/2012/06/entrevista-com-o-autor-marcos-martins.html publicou uma reportagem sobre minha pessoa. Deem um ciber pulo lá e conheçam um pouco mais sobre mim, e meus livros e esse blog da blogueira Karen  Pereira, vale a pena.

Abraços virtuais a todos@ 

Marcos Martins.

segunda-feira, junho 04, 2012

Crimes bizarros cometidos no Facebook

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Estamos na Era da Internet. Muita gente passando vergonha, pagando altos micos, gente sendo desmascarada, pega nas mentiras… e, infelizmente, também cometendo crimes, alguns muito bizarros, como os que você verá a seguir.
SHANNON JACKSON: PRESA POR “CUTUCAR” ALGUÉM
 

Shannon Jackson, a mulher que violou a lei, “cutucando” alguém pelo Facebook (*). Shannon Jackson infringiu a lei quando cutucou um contato em sua lista do Facebook por violar uma ordem de restrição. A ordem proibia claramente qualquer contato telefônico, ao vivo, ou qualquer tentativa de se comunicar com o requerente. A violação de uma ordem de restrição no Tennessee, EUA, local onde ela morava, é uma contravenção punível com até 11 meses e 29 dias de prisão, bem como uma multa de até 4 mil reais. Não deu outra, a menina foi ver o sol nascer quadrado.
(*) Recurso chamado “cutucar” (em inglês, “poke”) para que os usuários enviem “cutucadas” uns aos outros. Segundo o FAQ do Facebook, uma cutucada é “uma forma na qual pessoas interpretam em muitas maneiras diferentes, e nós encorajamos que você venha com seu próprio significado”. A princípio, ele se destina a servir como uma forma de atrair a atenção de outro usuário. 

FOUAD MOURTADA: PRESO POR FINGIR SER UM PRÍNCIPE MARROQUINO
 

Tanto aqui, no Brasil, quanto nos EUA, existe uma mania das pessoas de fingir ser uma celebridade. Existe uma quantidade enorme de perfis falsos de celebridades rolando por aí. Mas o governo do Marrocos, que não é muito fã desta mania, em 2008 prendeu um homem que inventou um perfil no Facebook no qual dizia que era irmão do rei Mohammed VI. O homem, de 26 anos de idade, chamado Fouad Mourtada, foi acusado de “práticas de vilão”, uma ofensa, ao mesmo tempo grave e vaga. Ninguém sabe exatamente o que ele colocou no perfil falso, nem se suas intenções eram realmente más ou simplesmente uma gozação. Mas, como o governo marroquino não acharia graça em nenhuma das duas hipóteses, o “Mané” foi parar no xilindró.

MARK MUSARELLA: CONDENADO POR POSTAR FOTOS CRIMINAIS
 

Mark Musarella, profissional da saúde. Atendia emergências. Achou que seria engraçado postar, no Facebook, fotos de Caroline Wimme, uma adolescente que tinha sido espancada e estrangulada. Resultado: foi condenado a 200 horas de serviço comunitário depois de se confessar culpado de má conduta. Aos 48 anos de idade, Musarella (que nada tem a ver com aquela espécie de queijo) perdeu a licença de técnico de emergência médica. Agora, os pais da moça estão processando o Facebook por permitir que as fotos fossem mostradas.

NAOMI ANDERSON: CONDENADA POR DECAPITAR UM RATO E POSTAR AS IMAGENS
 

Essa mulher, com cara de bruxa, escapou da prisão num caso de crueldade repugnante contra animais. Ela filmou a si mesma cortando a cabeça de um rato e postou as imagens no Facebook. Naomi Anderson, 23 anos, se declarou culpada da acusação de crueldade contra animais, e disse que tinha usado uma faca para cortar a cabeça do rato. O animal levou 40 segundos para morrer. Naomi foi condenada a 180 horas de serviço comunitário. Nossa opinião é que ela deveria ser internada num manicômio.

DUAS PRÉ-ADOLESCENTES: ACUSADAS DE HACKEAR E POSTAR FOTOS SEXUAIS NO PERFIL DE UMA “AMIGA”
 

Duas pré-adolescentes foram acusadas de invadir a página do Facebook de uma amiga e postar fotos de sexo. Foram condenadas por cyber-perseguição e invasão de computador alheio. As meninas, com idades entre 11 e 12 anos, estiveram sob investigação desde que a família da vítima contatou a polícia. As duas ‘inocentes meninas’ também postaram mensagens que afirmavam que a vítima estava disposta a realizar atos sexuais com as pessoas.

VANESSA STARR PALM E DANIEL ALEXANDER RUST: PRESOS POR COMER UMA IGUANA RARA E POSTAR AS FOTOS
 

Nas Bahamas, um casal americano degustou uma iguana em extinção. A bizarra refeição os levou à prisão. Os dois foram pegos depois que as autoridades do país viram as imagens da estranha comilança no Facebook. O casal, Vanessa Starr Palm e Daniel Alexander Rust, postou fotos que mostravam os dois capturando uma iguana, pedaços de uma iguana sendo assados num grill e ambos comendo pedaços do animal. Palm e Rust foram acusados de violar uma lei de proteção aos animais e foram liberados sob fiança. Enfrentarão um tribunal em breve.

ADOLESCENTE WEST CHESTER: ACUSADO DE CONTRATAR UM ASSASSINO PELO FACEBOOK
 

Um adolescente vai enfrentar de 11 a 22 anos de prisão, acusado de ter usado o Facebook para contratar um assassino para matar uma mulher que o acusou de estupro. West Chester, de 19 anos, aceitou a acusação de estupro, solicitação criminal de assassinato e outras acusações. Em julho de 2010, uma mulher de 20 anos, que ele estuprou, chamou a polícia para mostrar um post em sua página no Facebook, oferecendo 500 dólares (cerca de 800 reais) pela “cabeça de uma menina”.

O HOMEM PRESO POR UMA SOLICITAÇÃO DE AMIZADE NO FACEBOOK
 

Quando você tem uma ordem de restrição contra você, é preciso ter cuidado nas redes sociais. Um inglês de 37 anos com uma ordem de não contato após assediar sua esposa com mensagens de texto e chamadas telefônicas acabou pedindo para ser amigo dela no Facebook. Quando ele criou um perfil na rede, marcou a opção que gostaria de convidar como seus amigos todos os seus contatos existentes. Isso foi uma violação de seu “nenhum” contato. Ele recebeu 10 dias de prisão, mas cumpriu apenas sete, depois do seu advogado alegar que ele tinha se “confundido”.

ADOLESCENTE FLAGRADO POR FALAR DO SEU CRIME DE VANDALISMO
 

Depois de fazer uma brincadeira muito sem graça, que resultou em 247.000 dólares (mais de 400 mil reais) em prejuízos e no fechamento, por cinco meses, de uma biblioteca pública, por causa da inundação iniciada num banheiro, um adolescente sem noção escreveu sobre o fato no Facebook, o que levou a uma admissão pública de culpa num tribunal. O crime aconteceu em Portsmouth, Inglaterra. O menino confessou ter usado papel higiênico para entupir ralos no banheiro dos homens da Biblioteca Central de Portsmouth e ligar as torneiras, resultando em uma inundação monumental. O adolescente quis alegar inocência, mas seus argumentos foram por água abaixo, quando foi apresentada uma prova do seu vandalismo: a transcrição dos comentários, no Facebook, que ele fez com um dos seus companheiros. Enquanto ele havia dito aos policiais que não tinha feito nada, respondeu a uma pergunta no Facebook dizendo que era “mais ou menos culpado” e que tinha guardado segredo, mas alguns amigos sabiam. Garoto (pouco) esperto…

Fonte:http://www.vocesabia.net/curiosidades/crimes-bizarros-cometidos-no-facebook/

sábado, junho 02, 2012

10 ditadores espantosamente loucos

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Ideias loucas ficam ainda mais perigosas nas mãos de chefes de nações. É ainda pior quando tal pessoa é um ditador. Veja, a seguir, alguns ditadores muito malucos:

HUGO CHÁVEZ
 

Presidente da Venezuela, Hugo Chávez é famoso por suas críticas aos Estados Unidos. Chamou George Bush de “diabo” e garantiu que o terremoto do Haiti foi causado pelos americanos. De acordo com ele. Chávez, Israel está fazendo a mesma coisa que Adolph Hitler fez com os judeus e os EUA são como o Conde Drácula, sempre em busca de sangue e combustível.

 
BENITO MUSSOLINI
 

Aliado de Adolph Hitler na segunda guerra mundial, Benito Mussolini foi um ditador terrível. Era chamado de “ll Duce”, (“O Líder, O Condutor”). O prédio de onde ele governava era uma gigantesca estrutura com uma enorme foto sua. Em seu delírio, ele afirmava que faria com que a Itália tivesse novamente a grandeza do Império Romano. Acabou sendo enforcado por rebeldes que o capturaram, juntamente com sua mulher, e passaram a declarar guerra à Alemanha nazista, em 1945.


FERDINAND MARCOS
 

Ferdinand Marcos foi ditador das Filipinas. Sua esposa, Imelda Marcos, tornou-se famosa por possuir cerca de 3 mil pares de sapatos. Tanto dinheiro era evidentemente roubado do país. Marcos começou como um político democrático, mas logo virou ditador. Foi finalmente derrubado e fugiu para o Havaí, levando 24 barras de ouro. É conhecido como um dos políticos mais corruptos que já existiram, tendo desviado milhões de reais dos cofres públicos do seu país.

ENVER HOXHA
 

Eis os títulos que Enver Hoxha, ditador da Albânia, deu a si mesmo: camarada, presidente, primeiro ministro, ministro dos negócios estrangeiros, ministro de guerra, comandante do exército popular e outros. Na sua loucura, ele proibiu as barbas, as máquinas de escrever e as TVs em cores. Construiu 750 mil bunkers (construções fechadas e fortificadas) em um pequeno país de 3 milhões de pessoas, com medo de uma invasão por parte da Iugoslávia. Cada bunker era bastante para manter apenas uma pessoa. Hoxha tinha uma forte relação pessoal e grande admiração por outro ditador louco: Joseph Stalin.

NE WIN
 

Ne Win foi ditador da Birmânia. Como era muito supersticioso, mudou as moedas do país para 15, 30, 45, e 90 – porque eram seus números de sorte. A Birmânia perdeu as suas economias, porque Ne Win acreditava que viveria 90 anos se fizesse isso. Seu delírio fez com que ele mudasse as estradas do país da antiga forma esquerda para a direita, porque estava preocupado com o seu regime comunista se inclinando demais para a esquerda. Dizem que ele tomava banho com sangue de golfinho.
 
SADDAM HUSSEIN
 

Saddam Hussein dizia que era a reencarnação do rei babilônico Nabucodonosor. A foto dele estava por toda parte no Iraque: podia ser vista em escritórios, escolas, aeroportos, lojas e até na moeda iraquiana. Ele escreveu um livro, chamado “Zabibah e o Rei”. Na história, ele se apaixona por Zabibah, que representava o povo do Iraque. O marido de Zabibah, que representava os Estados Unidos, estuprava a jovem. Os outros inimigos eram: Hezkel (Israel), Shamil (judeus), e Nuri Chalabi – que representava Ahmed Chalabi, um inimigo pessoal dele.


KIM IL-SUNG
 

Ele e seu filho Kim Jong-Il eram completamente loucos. Jong obrigou todo mundo, na Coreia do Norte, a usar um crachá com o nome dele. Disse que tinha o poder de transformar areia. Não satisfeito, construiu 30 mil monumentos dele mesmo. O pai estabeleceu o Juche, ou “auto-suficiência”, regime que acabou com as viagens e o intercâmbio cultural entre a Coreia do Norte e o ocidente.

TEODORO OBIANG NGUEMA
 

Governou a Guiné Equatorial com punho de ferro. Dizem que ele era canibal e comia os testículos dos adversários políticos para aumentar seu poder. Executou o próprio tio e fez tudo para ganhar um Prêmio de Ciência das Nações Unidas em sua homenagem. Em janeiro de 2010, Nguema foi sequestrado, torturado e confessou uma tentativa de golpe de estado, antes de ser morto.

GNASSINGBE EYADEMA
 

Gnassingbe Eyadema afirmava que era um super-herói. Criou até uma história em quadrinhos, estrelada por ele mesmo. Todas as lojas do Togo tinham sua foto e relógios de pulso de 30 reais com a sua imagem, que aparecia a cada 15 segundos. Morreu em 2005 e foi sucedido pelo filho.

JEAN-BEDEL BOKASSA
 

Foi ditador da República Centro-Africana. Tinha 17 esposas e 50 filhos. Apesar disso, proibiu a poligamia no país. Em 1979, crianças protestaram depois de terem sido forçadas a comprar uniformes escolares caríssimos numa fábrica de uma das mulheres dele. Por vingança, ele prendeu 180 crianças e as visitava diariamente para agredi-las. Ele realmente tinha algo contra crianças, tanto que esmagou o crânio de cinco filhos com uma bengala. Dizem que ele também teria comido bebês.

Fonte:http://www.vocesabia.net/mundo/10-ditadores-espantosamente-loucos/

sexta-feira, junho 01, 2012

Guerra Cibernética: uma sinistra possibilidade futura

Um exercício militar internacional, realizado em março passado, numa base militar da Estônia, tentou avaliar e prever as consequências de um novo tipo de conflito – uma ciberguerra. 
A operação Locked Shields (Escudos Trancados) não envolveu explosões, tanques nem armas. Na operação, uma equipe de especialistas em TI (Tecnologia da Informação) atacou outras nove equipes, espalhadas por toda a Europa. Nos terminais da equipe de ataque, localizados no Centro de Excelência da OTAN em Defesa Cibernética Cooperativa, foram criados vírus no estilo “cavalo de troia” e outros tipos de ataques que tentavam sequestrar e extrair dados das equipes inimigas. O objetivo era aprender como evitar esses ataques em redes comerciais e militares. A operação mostrou que a ameaça cibernética está sendo levada muito a sério pela aliança militar ocidental.
O que é ciberguerra?

Tipo de guerra onde não se utilizam armas físicas, mas sim meios eletrônicos e informáticos. Comumente, a palavra é usada para designar ataques, represálias ou intrusão ilícita num computador ou numa rede. Tais situações podem surgir em decorrência de conflitos políticos, econômicos ou militares no mundo real, ou seja, podem surgir de forma totalmente autônoma ou ao mesmo tempo que uma guerra física.
O fato da OTAN ter estabelecido seu centro de defesa na Estônia não se deve ao acaso. Acontece que, em 2007, diversos sites do sistema bancário, da imprensa e do governo daquele país foram atacados com os chamados DoS (tentativa de tornar os recursos de um sistema indisponíveis para os seus usuários.) durante um período de três semanas, o que hoje ficou conhecido como “A 1ª Guerra da Web”. Os responsáveis seriam hackers ativistas, partidários da Rússia, revoltados com a retirada de uma estátua, da época da União Soviética, do centro da capital do país. Os ataques DoS são diretos: redes de milhares de computadores infectados, conhecidas como botnets, acessam simultaneamente o site alvo, que é sobrecarregado pelo tráfego e fica temporariamente fora de serviço. Os ataques DoS são, no entanto, uma arma primitiva quando comparados com as mais recentes armas digitais. Atualmente, o temor é que a 2ª Guerra da Web (se, e quanto acontecer) possa causar danos físicos, prejudicando seriamente infraestruturas e até ocasionando mortes.
Ataques mais sofisticados podem fazer coisas como descarrilar trens em todo o país, por exemplo. Esses ataques podem causar gigantescos “apagões”, não apenas cortando o fornecimento de energia, mas danificando, de forma irrecuperável, geradores que levariam meses para serem substituídos. Eles podem causar explosões em oleodutos ou gasodutos e impedir a decolagem e o pouso de aeronaves. No centro do problema estão interfaces entre os mundos físico e digital conhecidas como Sistemas Scada, ou Controle de Supervisão e Aquisição de Dados.
Estes controladores computadorizados assumiram tarefas que antes eram feitas manualmente. Eles fazem qualquer coisa, desde abrir as válvulas de oleodutos até controlar semáforos e, assim, paralisar completamente o trânsito das grandes cidades. Em breve, estes sistemas serão comuns em casas, controlando coisas como o aquecimento central. Um detalhe importante é que estes sistemas usam o ciberespaço para se comunicar com os controladores, receber a próxima tarefa e reportar problemas. Caso os hackers consigam entrar nestas redes, em tese, conseguiriam também o controle da rede elétrica de qualquer país, do fornecimento de água, sistemas de distribuição para indústria e supermercados, redes do sistema financeiro, controle do tráfego aéreo e outros sistemas ligados à infraestrutura. Seria o caos total da civilização, com o pânico generalizado em todo o planeta. Xeque mate.
Em 2007, o Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos demonstrou a potencial vulnerabilidade dos sistemas Scada. Com um software, o departamento entrou com comandos errados e atacou um enorme gerador a diesel. Vídeos da experiência mostram o gerador chacoalhando violentamente e depois a fumaça preta toma toda a tela. O temor é de que, um dia, um governo hostil, terroristas ou até hackers, que apenas queiram se divertir, possam fazer o mesmo no mundo real. Se as armas cibernéticas se espalharem, os alvos serão, na maioria, ocidentais, ao invés de alvos em países como o Irã, que têm pouca dependência da Internet. Isso significa que as velhas regras de defesa militar, que favoreciam países poderosos e tecnologicamente avançados, como os Estados Unidos, já não são mais válidas.
No Brasil

O Exército Brasileiro anunciou a compra de novos softwares para a segurança e prevenção contra ataques cibernéticos. As medidas fazem parte de um planejamento mais abrangente do governo brasileiro para criar um sistema de defesa e contra-ataque para possíveis ameaças a páginas e redes institucionais e de proteção a dados sensíveis.

“Hoje temos um preparo mínimo para cenários de ataque. Temos uma grande rede, a EBnet, que reúne as unidades do Exército de todo o País, e ela está bem blindada, mas, mesmo assim, ainda há pontos de vulnerabilidade”
, disse o general Antonino Santos Guerra, diretor do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (foto).

Em janeiro, as Forças Armadas Brasileiras concluíram duas licitações para a compra de um antivírus e um programa que simula ataques cibernéticos, no valor de cerca de R$ 6 milhões. Os dois programas serão desenvolvidos por empresas brasileiras. Um simulador de guerra cibernética treinará os oficiais em, pelo menos, 25 cenários de diversos tipos de ataque contra redes semelhantes às do Exército.


BITS 2012

A segurança cibernética foi o tema da BITS 2012, evento que aconteceu de 15 a 17 de maio, em Porto Alegre. O general José Carlos dos Santos (foto), responsável pelo Centro de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro (CDCiber) explicou como o governo está montando sua força-tarefa tecnológica, por meio do CDCiber , e sobre o desafio da primeira grande missão: o monitoramento efetivo da Rio+20, conferência da ONU, que acontecerá de 20 a 22 de junho, no Rio de Janeiro, e que deve reunir cerca de 100 chefes de Estado e de Governo. A Defesa Nacional também é alvo dessa estratégia de proteção na Internet. Existe uma preocupação com as recentes ofensivas de hackers a sistemas importantes de outros países, que atacam principalmente setores de energia. Em 2010, por exemplo, o Irã teve seu programa nuclear atingido pelo vírus Stuxnet ( projetado especificamente para atacar o sistema operacional SCADA, desenvolvido pela Siemens para controlar as centrífugas de enriquecimento de urânio iranianas). E há um aumento crescente das atividades hackers, com o governo sendo sempre um alvo preferencial.

Fonte: http://www.vocesabia.net/curiosidades/guerra-cibernetica-uma-sinistra-possibilidade-futura/

quinta-feira, maio 31, 2012

TED: informações tipo “fast-food”

Tudo o que você precisa saber a respeito de qualquer coisa – deste mundo ou de outros – está nos 18 minutos de cada uma das 1.200 palestras divulgadas na Internet (em Inglês) pelo movimento que já mobilizou mais de 700 milhões de pessoas em todo o planeta.

 

Sir Winston Churchill precisou apenas de cinco minutos e 11 segundos para conclamar os ingleses a resistir ao avanço das tropas nazistas, em 10 de maio de 1940, no seu primeiro discurso como primeiro-ministro do Reino Unido – aquele em que disse as célebres palavras: “Não tenho nada a oferecer, senão sangue, trabalho árduo, suor e lágrimas”.


 

Ao assumir a presidência dos Estados Unidos, em 1933, Franklin Delano Roosevelt encontrou seu povo deprimido por uma crise econômica. Começou o melhor governo da história daquele país, num discurso de 46 segundos, com a frase: “Não há nada a temer, a não ser o próprio medo”.

 
 

O líder negro Martin Luther King precisou de mais tempo – 17 minutos – para inflamar a luta mundial contra o racismo, no famoso discurso “I have a dream” (em Português, “Eu tenho um sonho”) de 1963. Um dia antes, ele ainda preparava sua fala. Churchill, Roosevelt e King provaram que, com uma boa causa na cabeça e as palavras certas na boca, é possível mudar o mundo em menos de 18 minutos. É exatamente essa a proposta de um dos maiores fenômenos da comunicação contemporânea. Dezoito minutos são a duração máxima de cada apresentação do TED, um seminário nascido nos Estados Unidos, em 1984, e que, desde 2006, publica suas palestras na Internet para qualquer pessoa ver e compartilhar.

 

Nestes seis anos, o TED – realizado anualmente em San Francisco, Califórnia, EUA – e uma miríade de filhotes, entre os quais o principal é o TED Global, se transformaram em mais que um fenômeno da rede. As 1.202 palestras disponíveis no site www.ted.com contemplam histórias individuais inspiradoras de todo o mundo e ideias originais e inovadoras de estrelas do pensamento contemporâneo. Elas já foram vistas, numa avaliação modesta, 700 milhões de vezes. Os vídeos estão livres para ser publicados por outros sites. “Tão animador quanto falar é aprender com as pessoas que vão lá contar suas histórias”, escreveu em seu blog Bill Gates, fundador da Microsoft, que já discursou em três edições do TED. “São pessoas incríveis que tentam resolver problemas e mudar positivamente o mundo.” Mudar o mundo é uma causa bastante popular entre empresas e pessoas bem-sucedidas.


Com meses de antecedência, esgotam-se os ingressos para eventos do TED, que atraem o patrocínio de marcas internacionalmente famosas, como Rolex, Tiffany & Co., Gucci, Audi, Coca-Cola, Shell ou IBM. O site é todo em Inglês.


 

TED (iniciais de Technology, Entertainment, Design – em Português:Tecnologia, Entretenimento, Design ) é uma fundação privada dos Estados Unidos, sem fins lucrativos – mais conhecida por suas conferências na Europa, Ásia e Estados Unidos – destinada à disseminação de ideias. Suas apresentações são limitadas a dezoito minutos e os vídeos são amplamente divulgados na Internet. O grupo foi fundado em 1984 e a primeira conferência aconteceu em 1990. Originalmente influenciada pelo Vale do Silício (*), sua ênfase era tecnologia e design, mas, com o aumento da popularidade, os temas abordados passaram a ser mais amplos, abrangendo quase todos os aspectos da ciência e da cultura. Entre os palestrantes das conferências estão Bill Clinton, Al Gore, Gordon Brown, Richard Dawkins, Bill Gates, os fundadores da Google, Billy Graham e diversos ganhadores do Prêmio Nobel. Mais de quinhentas palestras estão disponíveis no site. Até abril de 2009, elas foram assistidas mais de cem milhões de vezes, por mais de quinze milhões de pessoas.
(*) O Vale do Silício (em Inglês: Silicon Valley), na Califórnia,Estados Unidos, é uma região onde está situado um conjunto de empresas implantadas a partir da década de 1950, com o objetivo de gerar inovações científicas e tecnológicas, destacando-se na produção de chips, na eletrônica e informática.

 

No espírito das ideias que merecem ser espalhadas, o TED criou, em 2009, o TEDx –  um programa de eventos locais, organizados de forma independente, que reúnem pessoas para compartilhar experiências no estilo TED. Com eventos espalhados pelo o mundo, o TED obteve um alcance ainda maior de disseminação de ideias, de tal forma que, em 2010, foram realizadas as primeiras conferências no Líbano, na Arábia Saudita] e na Armênia. No Iraque, a primeira conferência foi a 12 de novembro de 2011, após a invasão, com o tema “Tornar o Impossível Possível”. A abertura da TEDx Baghdad foi realizada pelo primeiro ministro Nouri al-Maliki e transmitida para todo o mundo, através da Internet.
 

Em novembro de 2009, o Brasil teve seu primeiro evento no estilo TED, o TEDx São Paulo, que aconteceu na capital paulista, com o tema “O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje?”

 

Em maio de 2010, ocorreu o segundo evento TEDx no País, o TEDx Sudeste, no Rio de Janeiro, sob o tema “Colaborando para transformar”.

No Brasil já aconteceram eventos nas cidades de Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Fonte:http://www.vocesabia.net/curiosidades/ted-informacoes-tipo-fast-food/

quarta-feira, maio 30, 2012

Um de meus poemas

 
 O castelo
(Marcos Henrique Martins)


Degraus e mais degraus separam, solidão e anseios
Torres que tocam o umbigo do céu, altura, vertigem, meus devaneios
Donzelas escassas, bruxas entediadas, reis loucos, rainhas que fingem sorrir, cavaleiros com suas espadas enferrujadas.

De que são feitos os castelos, se não de sonhos e ambições em ruínas
Kafka nunca encontrou a porta dos fundos do seu, entrou e perdeu-se em si.
Quero construir um castelo sem fosso, sem monstros para proteger a ponte levadiça. Não consigo. Tenho monstros dentro de mim.

Paredes sujas, nobres que comem com as mãos, soldados com olhares distantes e perdidos, traições, assassinatos e magos que não sabem transformar metal em ouro. Essas são as verdades ocultas nos castelos. Verdades que os nobres tentam esconder.

Tudo é um jogo. Quem morre, quem pode nascer; quem sobe ao trono, quem pelas mãos do rei deve viver. Os calabouços estão cheios, o povo geme de fome, com dores de parto enquanto a realeza vai fazendo seus bacanais homéricos, sorrindo incestuosamente, mas com inveja de quem vive fora das muralhas, pois esses são livres, que corações encarcerados nunca poderão tocar.