segunda-feira, junho 30, 2008

BOBAGENS CULTURAIS...

1) O que é um cigarro de maconha feito com papel de jornal? Baseado em fatos reais. (essa é de morte!!!)


2) Qual é o fim da picada? Quando o mosquito vai embora. (pelo amor de Deus!!!)

4) Qual é a comida que liga e desliga? O Strog-ON-OFF. (eu vou me matar!!!...)

5) Como se faz para ganhar um Chokito? É só colocar o dedito na tomadita. (coisa de loura...)

6) Qual o vinho que não tem álcool? Ovinho de Codorna. (o que que é isso???)

7) O que é que a banana
suicida falou? Macacos me mordam! (já falei : eu vou me suicidar heim!!!)

8) Qual é o doce preferido do átomo? Pé-de-moléculas. (essa foi forte demais!!!)

9) O que é uma molécula? É uma meninola muito sapécula. (sem comentários!!!)

10) Como o elétron atende ao telefone? Próton! (francamente!!!)

11) O que um cromossomo disse para o outro? Oh! Cromossomos felizes! (assim eu não aguento!!!)


12) Como as enzimas se reproduzem? Fica uma enzima da outra. (não diga!!!)

13) Qual é a parte do corpo que cheira bacalhau? O nariz. (Pensou que fosse o quê?)

14) O que é um ponto marrom no pulmão? Uma brownquite. (gente!! o que que é isso???)

15) O que é um pontinho vermelho no meio da porta? Um olho mágico com
conjuntivite. ( que criatividade!!!)

16) O que o canibal vegetariano come? A planta do pé e a batata da perna. (santo Deus!!!)

17) Por que as estrelas não fazem miau? Por que Astro-no-mia. ( não... quem imaginou isso???)

18) Por que a vaca foi para o espaço? Para se encontrar com o vácuo... (essa foi pura ciência - ela poderia ter ido para obrejo...)

19) O que o espermatozóide falou para o óvulo? Deixa eu morar com você porque a minha casa é um saco. (pronto!!! acabou o suplício!!!)

sábado, junho 28, 2008

A evolução dos Games

Você gosta de Games? Você vai gostar de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots



Novo jogo de Hideo Kojima é um triunfo dos videogames

Érico Borgo

A discussão de games como forma de arte e narrativa não é de hoje. Jogos eletrônicos são frequentemente alardeados como o melhor meio possível para a "narrativa interativa" que literatura, televisão e até o cinema costumam testar, sem resultados significativos. Mas se a maioria dos games de fato decepciona nesse sentido - quem nunca pulou uma das chamadas "cutscenes"? (cenas que contam a história entre seqüências de ação?) -, alguns raros projetos merecem ser exaltados como verdadeiros representantes dessa corrente. Tais jogos conseguem efetivamente apresentar um delicado equilíbrio entre a narrativa pré-estabelecida e as seqüências em que o jogador assume o comando da história.

Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots não apenas consegue isso como se estabelece desde já como um marco na história dos games.

A nova criação de Hideo Kojima, o desfecho de sua famosa série inicial em 1987, é um triunfo artístico e tecnológico em todos os sentidos. Tiremos do caminho as qualidades mais óbvias - o design, a direção de arte, a sonoplastia e a dublagem, todos emocionante e impecáveis - e nos concentremos nas reais intenções de Kojima, que ficam claras logo nos primeiros cinco minutos. Na cena de abertura, a bordo de um caminhão de transporte de tropas, vemos a figura envelhecida de Solid Snake, coberto por um capuz e pela fumaça de seu cigarro. A câmera acompanha detalhes da estrada com a competência de uma superprodução da Sétima Arte, créditos pipocando, até que, sem muito aviso a não ser os ícones na tela, assumimos o controle de Snake. Sim, sem aviso, porque simplesmente não há transição entre a animação pré-gravada e a do engine do jogo. Os vídeos animados que contam a trama foram realizados usando os mesmos recursos que o jogador em em mãos. Não é como a grande maioria dos games, em que temos belíssimas seqüências em animação por computação gráfica, que cortam para o game em si, no qual controlamos versões mal-acabadas dos mesmos personagens. O choque em Metal Gear Solid 4 é que a tal belíssima cena animada simplesmente não termina. É tudo um grande longa-metragem interativo... Ora você tem o controle das câmeras, ora não.

Melhor ainda: Mesmo em algumas das cenas narrativas você tem, sim, o controle das câmeras. Obcecado pela interatividade, Kojima dá maneiras de nos entretermos enquanto ouvimos uma conversa mais longa. A cena entre os Atos 1 e 2, por exemplo, vem montada num painel que parece até a tela do canal Bloomberg. Você pode trocar janelas, mudar pontos de vista ou até mesmo assumir o controle do robozinho Mark II - e sair rodando pelo avião enquanto Snake e Octacon conversam. Surpreendentemente, durante um passeio desses, acabei encontrando um item extremamente útil, mais uma prova das intenções do criador.

Fica a impressão que Kojima foi durante sua carreira inteira limitado apenas pelo hardware no qual está trabalhando. Aqui, no Playstation 3, ele tem a maior liberdade que já experimentou. O designer abusa da capacidade de armazenamento do blu-ray (boatos diziam até que o game seria duplo) e coloca na tela tudo o que o processamento do console consegue agüentar. Há cenas de batalhas em campo aberto, com dezenas de soldados disparando, atirando granadas, bombas de fumaça, disparos atingindo a água, terra, vegetação... Ok, não é algo tão impressionante quando um Crysis rodando num PC de ponta, mas se considerarmos o custo-benefício de um PS3 (400 dólares nos EUA) contra um PC desses (que não sairia por menos de 5 mil dólares), fica clara a escala e abrangência do game.

As fases são bastante extensas, mas apesar de lineares - os objetivos são sempre ir do ponto "A" ao ponto "B" - é possível cumpri-las de uma série de maneiras. A ação furtiva, marca da franquia, segue a mais recomendada, mas é possível encarar inimigos de frente, numa combinação de ataques e furtividade. Além disso, todos os ambientes possuem vários caminhos possíveis, alguns nada óbvios, o que torna cada fase única. Reforçam essa certeza a quantidade de recursos à disposição de Solid Snake.

Entre as novas habilidades do velho herói estão o Solid Eye, olho biônico capaz de baixar imagens de satélite, fazer varreduras de ondas e funcionar como binóculo. Outra poderosa ferramenta nas habilidades de infiltração do superespião é seu uniforme, o OctoCamo, capaz de assumir colorações que o fazem passar-se por estátua, copiar texturas e cores de superfícies - algo que Snake emprega para derrubar oponentes sem ser visto, esgueirando-se por trás e roubando armas. Além de derrubá-los ele pode rendê-los, roubando armas e equipamentos depois de uma revista. Outra novidade é o Metal Gear Mark II - robozinho que Solid comanda através de controle remoto para fazer reconhecimento e em ataques leves com choques elétricos. Completam a seleção a possibilidade de fazer alianças com milícias, esconder-se dentro de caixas e latões e o verdadeiro sem-fim de armas e equipamentos. Não é exagero afirmar que dá pra passar o game inteiro usando apenas cinco ou seis entre dezenas de possibilidades.

Quanto à intrincada história, que envolve quase duas décadas de personagens e situações, não pretendo entrar em detalhes aqui, até porque eu nem saberia muito bem por onde começar. Vale dizer, porém, que não conhecer um ou outro não tem lá grande relevância. Não acredito que minha satisfação tenha sido influenciada por conta disso. Mas fica a certeza que os fãs ficarão extremamente contentes (fora uma ou outra tentativa de humor escatológico desnecessária), já que trata-se de um desfecho que amarra pontas e respeita quem pacientemente acompanhou todas as versões do jogo.

Enfim, algumas horas antes de começar a jogar Metal Gear Solid 4, disco na mochila, uma amiga me perguntou porque eu estava tão ansioso para ir pra casa. Tentei explicar a relevância da novidade em termos cinematográficos: "É o equivalente dos games à estréia do novo Indiana Jones", arrisquei. Errei feio. Por mais que eu tenha gostado do filme de Spielberg, em termos de evolução, tecnologia, entretenimento e novas possibilidades narrativas, a aventura de Kojima deixa o velho arqueólogo lá pra trás - e ele nem veria Solid Snake passando...

quinta-feira, junho 26, 2008

Bíblia Estava Certa


Os livros da Bíblia sempre foram fonte de consulta para escavações científicas em busca da verdade histórica.

O arqueólogo da Universidade da Califórnia Thomas E. Levy e o diretor de escavações e pesquisas do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Mohammad Najjar são de opinião que “somente uma sociedade complexa, como uma grande tribo ou um reino primitivo, poderia ter capacidade organizacional para produzir cobre em escala industrial”.

Processo de datação


Grupo internacional de arqueólogos conseguiu datações em rádio-carbono feitas em madeira, grãos e frutos carbonizados em diversos níveis de sedimentos, revelam que as construções datam do décimo segundo século a.C. O grupo desenterrou artefatos que contam muito sobre a época escaravelhos, cerâmicas, pontas de flechas em metal, martelos, pedras de moagem entre outros.

O sítio arqueológico


Os indícios foram encontrados nas ruínas de um grande centro de processamento de cobre em Khirbat en-Nahas nas terras baixas do antigo reino de Edom, atualmente parte da Jordânia.

As escavações estão sendo lideradas por Thomas E. Levy da Universidade da Califórnia.

O arqueólogo israelense, Israel Finkelstein, da Universidade de Tel Aviv, acredita que o novo estudo não lança novas luzes sobre a formação do Estado em Edom. Segundo ele, as atividades como a do cobre, poderiam ser controladas por membros de outras sociedades que não a de Edom.

Nosso grifo:


Essa possibilidade não pode ser descartada, mas nada prova ser verdadeira. Ademais, os estudos arqueológicos ainda não foram concluídos nem seus resultados cruzados com estudos já existentes.

Grande Interesse no meio acadêmico internacional
Distando 50 km do Mar Morto e outros 50 km das ruínas de Petra, o mais famoso sítio arqueológico da Jordânia. As novas descobertas já estão sendo objeto de trabalhos acadêmicos.

N.R.:
Até que ponto os trabalhos arqueológicos, sem prazo de conclusão, alterarão a História ou somarão novos dados aos já conhecidos ou abrirão novas lacunas no imaginário científico? Essas respostas, só o tempo revelará.

quarta-feira, junho 25, 2008

Boa dia a todos o blogueiros!!!


Boa segunda pra todo mundo, mais um dia de vida na terra e o mundo não acabou..!

Jovem Guarda

A música “As Flores do Jardim da Nossa Casa” foi composta por Roberto Carlos num quarto de hotel na Holanda, onde ele estava com o filho Segundinho que se submetia a um tratamento de glaucoma congênito. A música foi feita para o filho.

Quem pensou no nome “Beatles” foi John Lennon.
O cantor Fábio Júnior fez sucesso nos anos 70 com o nome de Mark Davis.

Jessé, que se destacou no MPB Shell da Globo com “Porto Solidão” era um cantor de sucesso nos anos 70 com o nome estrangeiro de Tony Stevens.

O compositor Zé Dantas, criador de grandes sucessos de Luiz Gonzaga, como “Cintura Fina”, “Acauã”, “Vozes da Seca” e outras, é natural de Carnaíba, sertão pernambucano e era médico. Zé Dantas conheceu Luiz Gonzaga no bairro do Pina, em Recife, e morreu em 1962, no Rio de Janeiro, onde trabalhava.

O primeiro disco gravado por Roberto Carlos foi um 78 rmp com duas músicas no estilo bossa-nova: “Fora de Tom” e “João e Maria”, compostas por Carlos Imperial. O disco foi gravado em agosto de 1959.

A cantora Angela Maria é batizada com o nome de Abelim Maria da Cunha e cantava numa igreja quando foi descoberta.

O programa Jovem Guarda, exibido pela TV Record, estreou no dia 22 de agosto de 1965, sob o comando de Roberto Carlos.

O cantor Raul Seixas era crooner do conjunto Os Panteras, de Salvador, na época da Jovem Guarda. O grupo chegou a acompanhar Jerry Adriane em alguns shows. Raul depois se tornou compositor e produtor da CBS. Até que resolveu gravar e fez sucesso com Ouro de Tolo.

O compositor Michael Sullivan fez grande sucesso no início da década de 70 cantando a música “My Life”. Sullivan também foi crooner do grupo Renato e seus Blue Caps (no disco Você Não Merecia) e dos Fevers (Guerra dos Sexos).

A primeira pessoa a falar na televisão, no Brasil, foi Lolita Rodrigues. Foi na estréia da TV Tupi, em 1950. Mas quem estava escalada para esse papel não era ela. Era Hebe Camargo, que adoeceu e teve que ser substituída por Lolita.

Roberto Carlos sofreu um acidente. Sua perna esquerda foi esmagada por um trem em Cachoeiro do Itapemirim e parte dela teve que ser amputada. Foi em 1947: ele tinha 6 anos de idade. Na música O Divã, ele conta um pouco desse trauma no trecho: “Me lembro bem da festa, o apito, e na multidão um grito, o sangue no linho branco, a paz de quem carregava nos seus braços quem chorava”.

O cantor Noite Ilustrada é batizado com o nome de Mário de Souza Marques Filho, que usa, por sinal, como compositor.

A cantora Núbia Lafayette também tem outro nome: Idenilde da Costa Araújo. Hoje mora em Maricá, no Rio de Janeiro e ainda faz shows pelo Brasil.

Jamelão é o apelido de José Bispo Clementino Santos, que hoje mora na Vila Isabel, no Rio.

Carlos Alberto, chamado de o Rei do Bolero na década de 60, é o nome artístico de Nuno Soares. Carlos Alberto mora hoje em Petrópolis e continua fazendo shows pelo Brasil.

O grupo Os Incríveis, que explodiu nos anos 60, era chamado, no início, de The Clevers.

No começo dos anos 60 (1962, 63), Erasmo Carlos, que viria a ser o Tremendão da Jovem Guarda, era crooner do grupo Renato e Seus Blue Caps.

Na Jovem Guarda, Erasmo Carlos era o Tremendão, Martinha era o Queijinho de Minas, Wanderléa era a Ternurinha, Roberto Carlos era o Brasa, Wanderley Cardoso era o Bom Rapaz, Rosimary era chamada de A Fada.

A primeira gravação de Luiz Gonzaga foi a instrumental “Vira e mexe”, em 1941, na RCA. Lua assinou seu primeiro contrato como instrumentista e era proibido de cantar. Seu primeiro sucesso como cantor foi “No meu Pé de Serra”.

sábado, junho 21, 2008

São João

A Festa de São João, relembra São João ou João Batista, o homem que nasceu em 24 de junho e, através de suas atitudes na vida, trouxe a mensagem de que "devemos mudar nossos rumos para encontrar a luz", sugerindo que o caminho para isso é a meditação, a interiorização, a reflexão, pois São João nos ensina que todas as respostas estão e serão encontradas dentro de nós.

Essa mensagem nos leva ao conteúdo da festa que é a Sabedoria, a capacidade de aprender algo a partir de nós mesmos. Devemos trabalhar em nós a coragem para um julgamento interior consciente; visando nosso amadurecimento como pessoa.

Na época da Festa de São João, no nosso hemisfério, vivemos o inverno e o frio que favorece o recolhimento, a meditação, a necessidade de ficar quieto e em silêncio e se respeitarmos os momentos de recolhimento natural das crianças, tomando o cuidado para que o ambiente da casa esteja aconchegante, então estaremos permitindo que a criança viva intensamente esta festa.

Na Festa de São João existe o costume de acender a fogueira, imagem em que a luz simboliza a sabedoria, a luz interior e o calor do amor, representando o movimento da sabedoria capaz de iluminar o pensamento, aquecendo o coração.

Dentro da Pedagogia Waldorf também temos o costume de acender lanternas feitas pelas próprias crianças e adultos. Elas representam a luz interior de cada um, a sabedoria oferecida para iluminar o mundo.

Depois de viver a Sabedoria o homem se prepara para a próxima festa.

Nesse momento o inverno vai deixando nosso hemisfério e a primavera vai se apresentando,. Toda a natureza, como um ato de coragem, começa a florescer.

O homem também desperta, o sol começa a puxá-lo para fora, ele agora deve atuar.

quinta-feira, junho 19, 2008

Estudiosa defende a preguiça como estratégia de resistência

Scarlett Marton, conceituada professora de Filosofia Contemporânea da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), concedeu, na semana passada, uma palestra polêmica sobre workaholics. Além de apresentar as possíveis razões para este fenômeno, trouxe à tona uma visão nada convencional sobre o tema.

Disse que o homem contemporâneo precisa retomar a preguiça, como estratégia de resistência. "A atual compulsão por trabalho criou pessoas sem consciência da própria existência. E isso não é saudável, nem no ambiente corporativo, nem no lar, de maneira geral. Isso atrapalha o trabalho em si", diz Scarlett.

Para chegar a este pensamento, a filósofa recorreu à história do trabalho. "Na civilização greco-romana, o homem comum não tinha ocupação, ofício, profissão. Trabalho era sinônimo de degradação, tortura, era atividade para os escravos", diz. Ela conta que só no século XIII, o trabalho ganhou um certo status entre as sociedades européias, graças às atividades manuais exercidas nos monastérios. "E o reconhecimento como valor social se dá apenas no Renascimento, no século XVII. Nesse período é que é visto como elemento que aprimora, desenvolve o homem. A idéia de lazer vai ser então ser desenvolvida somente na década de 30 do século XX, com as férias remuneradas", afirma.

Em suas pesquisas, ela conta que a idéia do mesmo "lazer", hoje, vem acoplada a uma certa obrigação. "Você tira férias e se sente na obrigação de viajar, de ter muito dinheiro para pagar um belo hotel, consumir belos produtos", comenta. "Tudo nos é imposto pela propaganda".

E esta noção de diversão, conforme a professora, teria se intensificado há 30 anos, quando apareceram os workaholics. "O evento do trabalhador compulsivo é muito recente. O homem moderno não se dá conta de que o ócio concede mais consciência sobre nossa própria condição humana. É preciso exercitá-lo". Mas como exercer o ócio em uma sociedade que tanto nos cobra? "É preciso ter espírito crítico quanto às nossas atividades cotidianas, prestar atenção se nossos desejos são verdadeiros, ou fabricados e padronizados pela publicidade", critica.

Se a teoria é bem articulada, o certo é que não é tão simples colocá-la em prática. A opinião é do dentista Oscar Razuk, que criou uma teoria de otimização de tempo ao perceber que 72% de seus clientes, a maioria formada por executivos, abandona os tratamentos dentários simplesmente por que são workaholics. "São pessoas que se preocupam muito com o trabalho e que se esquecem da própria vida. No meu caso, dentista que sou, tento mostrar que a saúde bucal pode aumentar a expectativa de vida de uma pessoa em até quatro anos. Muitos alegam, porém, que não têm tempo para acabar o tratamento, pois perderiam tempo e isso quer dizer perder dinheiro. Acabei então por pensar em palestras que abordam justamente a importância de se perceber que a saúde interessa mais do que o trabalho ou o dinheiro", conta.

Cidinha De Conti, diretora da empresa de marketing Conti Ações Integradas está com sete ações diferentes nesta semana. Trabalha, em média, dez horas por dia, em ritmo frenético. Não se considera workaholic, mas admite: "meus amigos dizem que a primeira característica de um workaholic é a negação de que faz parte deste grupo", diverte-se.

Em cada evento que faz, cabe a ela criar, organizar e coordenar equipes, definir programas e logísticas. "Minha profissão exige muitos detalhamentos. Para que as ações dêem certo, é preciso que eu me entregue completamente. Assim, tenho que estar à disposição do trabalho em tempo permanente", afirma. Ela acredita que a definição workaholic acaba se anulando, se a pessoa tem prazer em seu trabalho. "No meu caso, trabalho é uma fonte de prazer. Posso trabalhar aos sábados, domingos, seguidamente, que isso não vai me incomodar", finaliza.


(Gazeta Mercantil - Alexandre Staut)

Site mostra 'bebês grandes' brincando com 'pais pequenos'

Um site na internet está publicando fotos manipuladas de pais e filhos, com os rostos trocados. O site manbabies.com - ou homem-bebês, em português - mostra imagens de pais brincando com os seus filhos. O detalhe é que o rosto de cada um é recortado com softwares de edição de imagens e colocado no corpo do outro, resultando em fotos geralmente cômicas.

Além de publicar fotos manipuladas pelos próprios usuários, o site também oferece um serviço gratuito de manipulação das fotos.

A principal regra é que "a foto precisa ter tanto um adulto como um bebê."


O site pede que as pessoas mandem fotos em que o rosto apareça completamente, sem nenhuma sombra ou obstáculo, e também faz um apelo para que não se mande nada de mau gosto.
Um dos criadores explica no site que teve a idéia de promover as fotos de homens-bebê depois de passar uma noite surfando pela web até "chegar ao fim da internet".